01 - Doutorado - Ensino de Ciências e Educação Matemática
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Navegando 01 - Doutorado - Ensino de Ciências e Educação Matemática por Assunto "Ação docente"
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Item Ações docentes dos formadores da disciplina de Didática de Matemática no Instituto de Formação de Professores Primários de Quelimane – Moçambique(2025-02-26) João, Fernando; Passos, Marinez Meneghello; Corrêa, Nancy Nazareth Gatzke; Corrêa, Hugo Emmanuel da Rosa; Lima, João Paulo Camargo de; Arruda, Sergio de MelloEsta tese procurou, no âmbito do Doutoramento, caracterizar as ações docentes sob uma perspectiva acerca da formação de professores, em salas de aula da disciplina de Didática de Matemática, no Instituto de Formação de Professores Primários de Quelimane – Moçambique. A questão norteadora da pesquisa pode ser descrita da seguinte maneira: Quais são as ações docentes dos professores que ministram a disciplina de Didática de Matemática no Instituto de Formação de Professores Primários de Quelimane? Os dados foram coletados por meio de gravações em vídeo e áudio, a partir de uma observação direta em salas de aula de professores da disciplina de Didática de Matemática, organizados e analisados com base nos procedimentos metodológicos indicados pela Análise de Conteúdo (AC). A pesquisa teve como principal referencial teórico o Programa de Pesquisa Sobre a Ação Docente, Ação Discente e Suas Conexões – PROAÇÃO, segundo Arruda, Passos e Broietti (2021). A partir da análise dos dados verificou-se que, para uma mesma ação identificada podem ser encontradas subcategorias distintas, as quais remetem às formas como os conteúdos foram abordados e aos recursos utilizados na aula analisada. Nas análises dessa investigação, percebemos que as ações docentes em salas de aula são muito variadas e de compreensão difícil. Por cada um dos professores analisados nas suas aulas, um padrão de ação docente “perguntar” foi identificado nas salas de aula como sendo o mais repetido, com uma percentagem de 29,8% para P1 e 24,4% para P2 de frequência, em relação às outras categorias de ação docente em todas as aulas gravadas. Na A1A2P1 identificamos 31 categorias: Cumprimentar; Agradecer; Saudar; Ordenar; Tomar atenção; Fazer chamada; Perguntar; Afirmar; Elogiar; Escrever; Explicar; Informar; Recordar; Confirmar; Concordar; Pedir; Argumentar; Incentivar; Cantar; Contar; Chamar; Escutar; Organizar; Aplicar; Consultar; Aceitar; Negar; Mostrar; Observar; Olhar e Admirar e na A1A2P2 identificamos 25 categorias: Cumprimentar; Ordenar; Saudar; Concordar; Tomar atenção; Escrever; Fazer chamada; Informar; Explicar; Pedir; Esperar; Recordar; Relembrar; Perguntar; Escutar; Afirmar; Argumentar; Chamar atenção; Negar; Colar; Deslocar; Agradecer; Observar; Incentivar e Mostrar. A análise das categorias de ações docentes apresenta uma conclusão, com base nessas observações, subdividida de acordo com as alternativas pedagógicas identificadas no encontroItem Ações docentes e discentes em aulas de matemática que exploram objetos de aprendizagem na lousa digital(2022-08-25) Vicentin, Fabio Roberto; Passos, Marinez Meneghello; Borssoi, Adriana Helena; Passos, Angela Meneghello; Broietti, Fabiele Cristiane Dias; Arruda, Sergio de MelloEsta pesquisa de natureza qualitativa teve como principal objetivo caracterizar as ações docentes e discentes, evidenciando suas conexões, em aulas de Matemática fundamentadas na exploração de objetos de aprendizagem na lousa digital. Assim, a principal questão de pesquisa norteadora desta investigação, para a qual buscamos respostas, foi: Quais ações docentes, ações discentes e eventuais conexões podem ser observadas em aulas de Matemática que exploram objetos de aprendizagem na lousa digital? Os procedimentos metodológicos se basearam na Análise de Conteúdo assumida como uma proposta teórica utilizada como método de coleta e de análise de dados qualitativos. As aulas foram planejadas pelo professor pesquisador, autor desta tese, que, também, implementou as mesmas com grupos de alunos do Ensino Fundamental e Médio, nos anos de 2016 e 2019. Na proposição dos cinco artigos que integram esta tese, no formato multipaper, evidenciamos diferentes categorias que expressam ações docentes (22) – Auxilia, Calibra, Comenta, Coordena, Demonstra, Discute, Entrega, Espera, Explica, Expõe, Incentiva, Indica, Liga, Pergunta, Presta Atenção, Projeta, Realiza Chamada, Resolve, Responde, Solicita, Sugere, Valoriza – e discentes (41) – Aceita, Apaga, Arrasta, Arrisca, Assinala, Auxilia, Busca, Comemora, Confere, Descobre, Desenha, Discute, Escreve, Escuta, Espera, Explica, Fala, Fotografa, Incentiva, Indica, Inicia, Justifica, Lê, Mexe, Não Aceita, Observa, Organiza, Participa, Percebe, Pergunta, Presta Atenção, Realiza, Recebe, Registra, Responde, Seleciona, Sente Interesse, Solicita Auxílio, Solicita Explicação, Sugere, Utiliza – consideradas como resultantes, tão somente, do tipo de aulas – fundamentadas na exploração de objetos de aprendizagem na lousa digital. Ainda, o processo de análise utilizado nesta pesquisa possibilitou legitimarmos que existem ações docentes que podem estar ou não conectadas às ações discentes. Por fim, referente a análise das categorias de ações docentes e discentes, tal movimento permitiu-nos, também, constatar semelhanças e diferenças entre essas categorias em aulas de Matemática com diferentes abordagens (tradicional, utilização de jogos, uso de materiais manipuláveis e exploração de objetos de aprendizagem) utilizadas pelos professores.Item Ações docentes em aulas de Física no Ensino Secundário em Moçambique(2025-02-24) Alfândega, Emílio Sobrinho Gomes; Arruda, Sergio de Mello; Corrêa, Hugo Emmanuel da Rosa; Lima, João Paulo Camargo de; Corrêa, Nancy Nazareth Gatzke; Passos, Marinez MeneghelloEsta pesquisa teve como foco as ações docentes em aulas de Física do Ensino Secundário em Moçambique. Com o objetivo de identificar e descrever as categorias de ação docente em aulas, realizadas por dois professores de Física, por meio da observação direta em sala de aula, a pesquisa buscou responder à seguinte questão: Quais ações docentes são observadas em aulas de Física do Ensino Secundário moçambicano e como podem ser interpretadas? Os dados foram coletados por meio de gravações em vídeo, áudio e notas de campo, a partir da observação direta de aulas de professores de Física do Ensino Secundário, em uma escola pública da cidade de Quelimane, organizados e analisados segundo os procedimentos indicados pela Análise de Conteúdo. Os resultados apontaram a obtenção descritiva de 29 categorias de ação docente para quatro aulas: Advertir; Afirmar; Agradecer; Apagar; Apresentar; Chamar atenção; Colaborar; Concordar; Cumprimentar; Desenhar; Deslocar; Despedir; Ditar; Elogiar; Entregar; Encorajar; Escrever; Esperar; Explicar; Incentivar; Indicar; Informar; Mandar; Organizar; Pedir; Perguntar; Realizar chamada; Responder; e, Retornar. Além disso, os resultados mostraram que as categorias de ação docente dos professores investigados se resumem em fazer perguntas a respeito do conteúdo que será abordado que visam esclarecer ideias e/ou conduzi-las a respostas corretas, explicar o conteúdo ou a atividade ou o experimento para os alunos e, por fim, pedir a atenção, a participação e a colaboração dos alunos. Ao explorar as categorias de ação docente identificadas e de modo a buscar um agrupamento que trouxesse uma visão geral, alocamos as ações em quatro categorias gerais: categorias de ação relacionadas à abordagem adotada, categorias de ação referentes à atividade realizada, categorias de ação que remetem à organização da aula e categorias de ação que demonstram emoções/sentimentos. Essas categorias têm potencial de permitir um olhar abrangente sobre as ações docentes que podem ser verificadas em aulas de Física e de outras áreas afinsItem Caracterização das ações docentes e discentes em aulas de química para estudantes com altas habilidades ou superdotação(2024-02-22) Ferreira, Any Caroline; Arruda, Sergio de Mello; Hachiya, Jefferson Sussumu de Aguiar; Dias, Mariana Passos; Assai, Natany Dayani de Souza; Passos, Marinez MenegheloEsta tese de doutorado teve como objetivo investigar e categorizar as ações docentes e discentes de estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação em aulas de Química, com o intuito de identificar indícios de aprendizagem desses estudantes, em termos de ações discentes. As duas questões de pesquisa que nortearam essa investigação, foram: Quais ações docentes são observadas em aulas de Química para estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação, como elas se conectam com as ações discentes? Como identificar indícios de aprendizagem nas ações discentes de estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação, em aulas de Química? Para isso, foram ministradas nove aulas de Química para esses estudantes e os dados foram coletados por meio de gravações em vídeo, áudio e notas de campo dessas aulas. Como metodologia de análise de dados, utilizou-se a Análise Textual Discursiva. Após a interpretação das estratégias de ensino utilizadas, selecionou-se duas aulas, a quinta aula, na qual ocorreu o debate Júri Químico; e a oitava aula, que consistiu na realização de experimentos. Sendo assim, os resultados desta pesquisa foram obtidos por meio da análise dessas duas aulas, que possibilitou a identificação de categorias descritivas de ações docentes e discentes. Com isso, as ações docentes foram alocadas em vinte e duas categorias: Auxiliar, Chamar a atenção, Comentar, Concordar, Dialogar, Escrever no quadro, Escutar, Esperar, Exemplificar, Explicar, Incentivar, Informar, Interromper, Ler, Observar, Organizar, Orientar, Perguntar, Realizar o experimento, Responder, Supervisionar e Terminar a aula. E as ações discentes foram classificadas em vinte e quatro categorias: Argumentar, Comentar, Conversar, Copiar, Cronometrar, Dialogar, Dispersar, Entrar no laboratório, Escrever, Escutar, Esperar, Explicar, Informar, Ler, Não chegou, Observar, Organizar, Pedir, Perguntar, Preparar, Prestar atenção, Realizar o experimento, Responder e Reunir. Por meio da categorização evidenciou-se que as ações docentes e discentes alteram-se quando ocorre uma mudança na estratégia de ensino. Além disso, após o mapeamento das ações, foram realizadas duas entrevistas com dois estudantes, para buscar identificar indícios de aprendizagem nas ações discentes. Utilizou-se a autoscopia, ou seja, foram apresentados para esses estudantes episódios das gravações das aulas, e foram feitas perguntas para eles a respeito de suas ações. A interpretação de trechos dos comentários dos estudantes contribuiu para uma nova categorização das ações discentes, com a utilização do instrumento de análise Focos da Aprendizagem de um Saber. Evidenciou-se que as ações discentes estavam relacionadas a quatro dos cincos focos: Interesse, Saber, Reflexão e Comunidade. Em síntese, a realização dessa investigação permitiu a identificação das ações docentes e discentes e uma percepção de como elas se conectam, em aulas de Química, para estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação. Além disso, foi possível fazer inferências a respeito da aprendizagem desses estudantes, em termos de ações discentesItem Um estudo das ações de licenciandos em química ao planejar e executar aulas experimentais(2022-03-22) Souza, Andriele Coraiola de; Passos, Marinez Meneghello; Souza, Natany Dayani de; Portugal, Khalil Oliveira; Broietti, Fabiele Cristiane Dias; Arruda, Sergio de MelloEsta tese apresenta os resultados de uma investigação qualitativa com os objetivos de identificar, descrever e categorizar as ações de ensino planejadas e executadas por graduandos de Química durante aulas experimentais investigativas. O estudo também analisa as implicações da atividade experimental dentro de uma abordagem investigativa durante a atuação dos licenciandos em Química. Os dados foram coletados por meio do acompanhamento de duas duplas de graduandos de Química em disciplina de Estágio Supervisionado, por meio de planos de aula e filmagens das aulas ministradas. O corpus foi categorizado e analisado por meio da Análise Textual Discursiva (ATD). A partir dessa análise, foram criadas categorias baseadas em três níveis de ações: macroações, ações e microações. Apresentamos a categorização em dois blocos: as aulas experimentais de D1 e posteriormente de D2. Como resultado, as macroações estabelecidas no plano de aula de D1 foram: introdução da aula, realização de experimentos, apresentação e explicação de experimentos e sistematização de conceitos. Distribuídas entre as macroações, encontramos 10 ações e 19 microações. Para D2, as macroações encontradas foram: introdução da aula, realização e explicação dos experimentos, sistematização de conceitos e conclusão da aula. Essas macroações abrangeram 8 ações e 17 microações. Na categorização das ações realizadas, houve uma expansão considerável com 25 e 21 ações docentes, respectivamente, por D1 e D2. Ao final, articulamos as ações encontradas pelas duplas em cada etapa do planejamento e execução das aulas. Assim, ao compararmos as ações pretendidas, percebemos que entre os principais objetivos estavam: contextualizar, discutir, distribuir, explicar, organizar, perguntar e questionar, ainda que em momentos distintos do planejamento da aula. Notamos que algumas ações advêm do contexto da atividade experimental e da participação ativa dos estudantes nas etapas processuais, influenciando as ações dos estudantes de graduação e exigindo a mobilização de conhecimentos diversos que se desdobraram em diferentes ações. No esforço de ampliar o olhar sobre a ação docente, buscamos aproximar a análise realizada de outras pesquisas da área (ASSAI, 2019; BORGES, BROIETTI, ARRUDA, 2021), o que nos proporcionou uma reflexão sobre ações comuns em o desenvolvimento de aulas experimentais de Química. Quando olhamos para as ações docentes frente à atividade experimental, podemos possibilitar uma melhor compreensão da sua complexidade e da prática dos professores de Química, evidenciando especificidades. Além disso, ao analisar o que de fato é feito numa atividade experimental, podemos contribuir para a validação e ampliação da visão teóricaItem Um estudo sobre as ações docentes compartilhadas de residentes do programa de residência pedagógica de um curso de licenciatura em química.(2021-12-22) Obara, Cássia Emi; Passos, Marinez Meneghello; Stanzani, Enio de Lorena; Carvalho, Diego Fogaça; Broietti, Fabiele Cristiane Dias; Arruda, Sergio de MelloO Programa de Residência Pedagógica (PRP) faz parte da Política Nacional de Formação de Professores e possibilita aos licenciandos uma imersão na prática escolar. O PRP/UEL/Química criou uma dinâmica de discussão teórica e prática, incentivando também a pesquisa. Ao ingressarem na sala de aula, os residentes formaram quatro duplas e um trio. Diante disso, esta tese apresentou como principal objetivo: identificar, por meio das ações docentes, como atuam os residentes nesta configuração de “docência compartilhada”. As questões que nortearam esta pesquisa são: Quais são as categorias de ação de residentes em aulas de Química? Há ações docentes compartilhadas nas aulas ministradas em duplas ou trios entre os residentes participantes? Como as ações são gerenciadas pelos atores nesses momentos? Orientados pela pesquisa qualitativa, tratamos de descrever nossa análise de dados, pautada na Análise Textual Discursiva (ATD). Observar as experiências adquiridas pelos residentes, nos fizeram voltar o olhar sobre a sala de aula. Desta maneira, procuramos investigar os fenômenos que poderíamos encontrar nas aulas dos residentes. As aulas eleitas para análise partiram das relações entre a dupla ou trio de residentes: as aulas A16, A25 e A66. Em A16 identificamos 4 momentos em que duas ou mais ações docentes foram efetuadas simultaneamente por dois ou três residentes: No primeiro momento, levantamos 9 diferentes ações docentes compartilhadas; no segundo momento, 2 ações docentes compartilhadas; no terceiro momento, 1 ação; no quarto momento, 5 ações docentes compartilhadas. Na aula A25 identificamos 5 momentos em que as ações dos residentes foram levantadas simultaneamente: para o primeiro momento, foram 5 ações docentes compartilhadas diferentes; no segundo, 2 ações; no terceiro, 1 ação, no quarto 10 ações e no quinto momento foram 3 categorias de ação docente compartilhada. Em A66 identificamos 4 momentos em que as ações docentes compartilhadas se estabeleceram: o primeiro momento, levantamos 3 diferentes categorias de ação docente compartilhada, segundo, 2 ações, no terceiro momento, 1 ação e no quarto momento, 3 ações docentes compartilhadas. A busca pelas ações docentes compartilhadas possibilitou visualizar a mobilização dos residentes na prática docente. Tais ações estabelecidas foram frutos de um processo formativo, organizado, planejado e discutido previamente, o que possibilitou uma articulação entre as práticas das duplas e trios de residentes.