A origem da Via Láctea de Tintoretto: a imagem e seu espaço expositivo

dc.contributor.advisorVisalli, Angelita Marques
dc.contributor.authorMoroni, Amanda Raíssa Corrêa da Cunha
dc.contributor.bancaRibeiro, Edméia Aparecida
dc.contributor.bancaMendonça, Paulo Knauss de
dc.coverage.extent165 p.
dc.coverage.spatialLondrina
dc.date.accessioned2026-04-29T12:21:27Z
dc.date.available2026-04-29T12:21:27Z
dc.date.issued2026-01-29
dc.description.abstractO objetivo deste trabalho é analisar o quadro A Origem da Via Láctea (1575), de Jacopo Tintoretto, conforme apresentado na Galeria Nacional em Londres, onde está exibido. Desassociado de sua destinação original e sem referências ao espaço para o qual teria sido pensado, sua exibição minimalista não anuncia um fato determinante: o quadro conforme está exposto representa apenas cerca de 2/3 da tela original, de modo que toda a base da composição foi recortada e perdida. Tomando por base o trabalho deste artista veneziano do século XVI, que como outros de sua época, pensava suas encomendas a partir do espaço no qual seria exibida e do tema ao qual estaria vinculada, olhamos para esta imagem e buscamos compreender em que aspectos a primeira destinação, para o caso de imagens como esta, influencia seu significado, sua razão de existência e até seu valor agregado, além do olhar sobre a imagem, que se transforma conforme é inserida em diferentes espaços. Emprestando conceitos e reflexões de outras áreas do conhecimento, como a história da arte e a museologia, para nos debruçarmos sobre aquilo que compete à história social, será analisada a dinâmica entre imagem e espaço e como este é fator fundamental da experiência do observador. Compõe-se uma análise do espaço do museu por meio da Galeria Nacional, em seu desafio de realocar objetos do passado num tempo alheio à sua lógica original e conduzir os modos de percepção de um novo público diante de imagens que se transformam. Espera-se colaborar com a reflexão a respeito das várias camadas que uma mesma imagem pode possuir a partir de sua inserção em diferentes contextos e espaços, ainda que nada em seu visual fosse modificado e estabelecer, tanto a imagem como o espaço físico que a expõe como elementos ativos e profundamente históricos na medida em que são capazes de se transformar mediante a percepção do observador
dc.description.abstractother1The aim of this study is to analyze the painting The Origin of the Milky Way (1575) by Jacopo Tintoretto as presented at the National Gallery in London, where it is currently exhibited. Detached from its original purpose and lacking references to the space for which it was conceived, its minimalist display fails to announce a determining fact: as exhibited, the painting represents only about two thirds of the original canvas, as the entire lower portion of the composition was cut and lost. Taking as a point of departure the work of this sixteenth-century Venetian artist—who, like others of his time, conceived his commissions in relation to the space in which they would be displayed and the theme to which they were connected—this study examines the image in order to understand how its original destination influences its meaning, its reason for existence, and even its added value, as well as how the viewer’s gaze changes as the image is placed in different spaces. Drawing on concepts and reflections from other fields of knowledge, such as art history and museology, in order to address issues relevant to social history, this research analyzes the dynamics between image and space and how space constitutes a fundamental factor in the observer’s experience. An analysis of the museum space is developed through the case of the National Gallery, considering its challenge of relocating objects from the past into a time foreign to their original logic and of guiding new modes of perception for contemporary audiences confronted with transforming images. This study aims to contribute to reflections on the multiple layers that a single image may acquire when inserted into different contexts and spaces, even when nothing in its visual appearance has been altered, and to establish both the image and the physical space that exhibits it as active and profoundly historical elements, capable of transformation through the observer’s perception
dc.identifier.urihttps://repositorio.uel.br/handle/123456789/19207
dc.language.isopor
dc.relation.departamentCLCH - Departamento de História
dc.relation.institutionnameUniversidade Estadual de Londrina - UEL
dc.relation.ppgnamePrograma de Pós-Graduação em História Social
dc.subjectImagem
dc.subjectTintoretto
dc.subjectOrigem da Via Láctea
dc.subjectMuseologia
dc.subjectEspaço
dc.subjectHistória da arte
dc.subject.capesCiências Humanas - História
dc.subject.cnpqCiências Humanas - História
dc.subject.keywordsImage
dc.subject.keywordsTintoretto
dc.subject.keywordsOrigin of the Milky Way
dc.subject.keywordsMuseology
dc.subject.keywordsSpace
dc.subject.keywordsHistory of art
dc.titleA origem da Via Láctea de Tintoretto: a imagem e seu espaço expositivo
dc.title.alternativeThe origin of Tintoretto’s Milky Way: the image and its exhibition space
dc.typeDissertação
dcterms.educationLevelMestrado Acadêmico
dcterms.provenanceCentro de Letras e Ciências Humanas

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