Do vermelho da China ao ouro de Minas: como as chinesices atravessaram os oceanos
Data
2025-07-07
Autores
Santos, Grazielli Candida Moreira
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Resumo
Este trabalho resulta de uma pesquisa sobre a presença das chinesices nas igrejas setecentistas de Minas Gerais. A metodologia utilizada foi a pesquisa teórica e bibliográfica, e a elaboração de um catálogo de imagens. O primeiro volume apresenta a conjuntura favorecedora do gosto pela cultura oriental, mais especificamente pelas chinesices e sua incorporação pelas estéticas do Barroco e do Rococó na Europa e no Brasil. Põe foco na pintura de charão, também conhecida como pintura acaroada, que imita a laca chinesa; e em seus processos de criação que envolvem imitação, apropriação, criação e invenção, em relação às suas fontes e referências visuais. O segundo volume é catálogo contendo imagens recentes de chinesices presentes nas igrejas de Minas Gerais, disponíveis na internet e outras recentes, feitas no interior das próprias igrejas. Da porcelana delicada aos painéis de charão que tingiram de vermelho e ouro as paredes de igrejas mineiras, ficou claro que o encontro entre referências tão distantes não se deu de forma passiva, mas resultou da capacidade inventiva dos artífices locais de copiar, adaptar e transformar.
Descrição
Palavras-chave
Chinecises, Pintura de charão, Barroco brasileiro, Rococó, Arte oriental