Dois métodos de secagem da Solidago chilensis e sua influência na concentração de compostos bioativos e atividades antiviral e antioxidante
| dc.contributor.advisor | Arakawa, Nilton Syogo | |
| dc.contributor.author | Matos, Ricardo Luís Nascimento de | |
| dc.contributor.banca | Orsato, Alexandre | |
| dc.contributor.banca | Zeraik, Maria Luiza | |
| dc.contributor.banca | Casagrande, Rubia | |
| dc.contributor.banca | Ogatta, Sueli Fumie Yamada | |
| dc.contributor.coadvisor | Bracarense, Ana Paula Frederico Rodrigues Loureiro | |
| dc.coverage.extent | 162 p. | |
| dc.coverage.spatial | Londrina | |
| dc.date.accessioned | 2026-08-26T19:36:15Z | |
| dc.date.available | 2026-08-26T19:36:15Z | |
| dc.date.issued | 2024-08-15 | |
| dc.description.abstract | Solidago chilensis, Asteraceae reconhecida por propriedades anti-inflamatórias e antinociceptivas. Compostos naturais com efeitos anti-inflamatórios podem ser promissores no tratamento antiviral. Apesar de ser uma planta medicinal com ampla citação, possui descrições histológicas inconsistentes e a falta de padronização no método de secagem que influencia na concentração de compostos bioativos. Este trabalho objetivou (1) avaliar as estruturas anatômicas das folhas frescas de Solidago chilensis, (2) comparar as estruturas das folhas secas por duas técnicas de secagem (estufa e técnica artística Oshibana) e (3) avaliar a concentração de compostos bioativos nos extratos das inflorescências secas e sua atividade antioxidante, citotóxica e antiviral. As folhas foram secas em estufa e pela técnica artística Oshibana a fim de comparar estatisticamente a massa seca final. As folhas frescas e secas foram incluídas em parafina, submetidas a secções transversais e coradas. Extratos (tintura - EtOH e diclorometano - DCM) foram obtidos a partir das inflorescências secas de S. chilensis em cada técnica de secagem. Os extratos polares foram submetidos à determinação de fenólicos e flavonoides totais, atividade antioxidante e à cromatografia líquida de alta eficiência. Posteriormente, todos os extratos foram submetidos ao ensaio de citotoxicidade e testes de atividade antiviral e virucida frente ao coronavírus da hepatite murina. Os cortes histológicos em parafina confirmaram a presença de tricomas tectores multicelulares e hidatódios nas extremidades foliares. Apesar de não haver diferença estatística na massa das folhas e inflorescências secas, a secagem por Oshibana preservou melhor as pigmentações. Além disso, houve alterações estruturais e perda de celularidade nas folhas secas por estufa. Em contraste, as folhas secas por Oshibana apresentaram compactação, mas manteve a integridade celular. Os extratos etanólicos das inflorescências secas por Oshibana apresentaram mais fenólicos totais (40,51 mg GAE g-1), enquanto os extratos secos em estufa tiveram mais flavonoides totais (22,34 mg Qe g-1 e 48,14 mg Ru g-1), com diferenças significativas entre os métodos. Por outro lado, não houve diferença significativa na atividade antioxidante. Verifcou-se diferenças nas classes de compostos e concentrações entre os extratos polares, sendo 280 nm o comprimento de onda mais indicado para avaliá-los. Os extratos EtOH e DCM de Oshibana demonstraram uma citotoxicidade superior em comparação aos extratos obtidos por secagem em estufa, sendo 1 e 2 vezes mais tóxicos, respectivamente. O extrato etanólico da Oshibana apresentou atividade virucida superior a 99% (25 µg mL-1), enquanto o extrato obtido em estufa foi eficaz em 95% apenas a 200 µg mL-1. Além disso, o índice de seletividade do extrato polar obtido em estufa foi 113,39, enquanto o da Oshibana foi 26,74. As análises determinaram os tipos de parênquimas em S. chilensis. Folhas incluídas em parafina e colorações especiais facilitaram a identificação de estruturas específicas pela primeira vez. A técnica Oshibana preservou pigmentos e estruturas anatômicas, mostrando-se uma alternativa viável para coleções botânicas, incluindo inflorescências e compostos fenólicos. Além disso, o extrato etanólico da Oshibana mostrou-se promissor contra o coronavírus e pode ser testado contra o SARS-CoV-2 | |
| dc.description.abstractother1 | Solidago chilensis, Asteraceae, is recognized for its anti-inflammatory and antinociceptive properties. Natural compounds with anti-inflammatory effects may be promising for antiviral treatment. Despite being a widely cited medicinal plant, its histological descriptions are inconsistent, and the drying method lacks standardization, which influences the concentration of bioactive compounds. This study aimed to (1) evaluate the anatomical structures of fresh leaves of Solidago chilensis, (2) compare the structures of leaves dried by two drying techniques (oven and Oshibana artistic technique), and (3) evaluate the concentration of bioactive compounds in the extracts of dried inflorescences and their antioxidant, cytotoxic, and antiviral activity. The leaves were dried in an oven and by the Oshibana artistic technique to statistically compare the final dry mass. Fresh and dried leaves were embedded in paraffin, subjected to cross sections, and stained. Extracts (tincture - EtOH and dichloromethane - DCM) were obtained from dried inflorescences of S. chilensis using each drying technique. Polar extracts were subjected to determination of total phenolics and flavonoids, antioxidant activity and high-performance liquid chromatography. Subsequently, all extracts were subjected to cytotoxicity assay, antiviral and virucidal activity tests against murine hepatitis coronavirus. Histological sections in paraffin confirmed the presence of multicellular tector trichomes and hydathodes at the leaf tips. Although there was no statistical difference in the mass of dried leaves and inflorescences, drying by Oshibana better preserved pigmentation. In addition, there were structural changes and loss of cellularity in oven-dried leaves. In contrast, leaves dried by Oshibana showed compaction but maintained cellular integrity. The ethanolic extracts of dried inflorescences of Oshibana presented more total phenolics (40.51 mg GAE g-1), while the oven-dried extracts had more total flavonoids (22.34 mg Qe g-1 and 48.14 mg Ru g-1), with significant differences between the methods. On the other hand, there was no significant difference in antioxidant activity. Differences were observed in the classes of compounds and concentrations among the polar extracts, with 280 nm being the most suitable wavelength to evaluate them. The EtOH and DCM extracts of Oshibana demonstrated superior cytotoxicity compared to the extracts obtained by oven drying, being 1 and 2 times more toxic, respectively. The ethanolic extract of Oshibana presented virucidal activity greater than 99% (25 µg mL-1), while the extract obtained in the oven was 95% effective only at 200 µg mL-1. Furthermore, the selectivity index of the polar extract obtained in the oven-dried was 113.39, while that of Oshibana was 26.74. The analyses determined the types of parenchyma in S. chilensis. Paraffin-embedded leaves and special stains facilitated the identification of specific structures for the first time. The Oshibana technique preserved pigments and anatomical structures, proving to be a viable alternative for botanical collections, including inflorescences and phenolic compounds. Furthermore, the ethanolic extract of Oshibana showed promise against the coronavirus and might be tested against SARS-CoV-2 | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uel.br/handle/123456789/19629 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.relation.departament | CCE - Departamento de Química | |
| dc.relation.institutionname | Universidade Estadual de Londrina - UEL | |
| dc.relation.ppgname | Programa de Pós-Graduação em Química | |
| dc.subject | Atividade virucida | |
| dc.subject | Hidatódio | |
| dc.subject | Pigmentos | |
| dc.subject | Oshibana | |
| dc.subject | Química | |
| dc.subject | Asteraceae | |
| dc.subject | Anti-inflamatórios | |
| dc.subject | Antiviral | |
| dc.subject | Parafinas | |
| dc.subject | Coronavírus | |
| dc.subject.capes | Ciências Exatas e da Terra - Química | |
| dc.subject.cnpq | Ciências Exatas e da Terra - Química | |
| dc.subject.keywords | Hydathode | |
| dc.subject.keywords | Pigmentation | |
| dc.subject.keywords | Oshibana | |
| dc.subject.keywords | Virucidal activity | |
| dc.subject.keywords | Chemical | |
| dc.subject.keywords | Asteraceae | |
| dc.subject.keywords | Anti-inflammatories | |
| dc.subject.keywords | Antivirals | |
| dc.subject.keywords | Paraffins | |
| dc.subject.keywords | Coronavirus | |
| dc.title | Dois métodos de secagem da Solidago chilensis e sua influência na concentração de compostos bioativos e atividades antiviral e antioxidante | |
| dc.title.alternative | Two drying methods of Solidago chilensis and their influence on the concentration of bioactive compounds and antiviral and antioxidant activities | |
| dc.type | Tese | |
| dcterms.educationLevel | Doutorado | |
| dcterms.provenance | Centro de Ciências Exatas |
Arquivos
Pacote Original
1 - 2 de 2
Nenhuma Miniatura disponível
- Nome:
- CE_QUI_Dr_2024_Matos_Ricardo_LN.pdf
- Tamanho:
- 11.53 MB
- Formato:
- Adobe Portable Document Format
- Descrição:
- Texto completo ID. 192756 Embargado até 13/09/2026
Nenhuma Miniatura disponível
- Nome:
- CE_QUI_Dr_2024_Matos_Ricardo_LN_Termo.pdf
- Tamanho:
- 27.02 KB
- Formato:
- Adobe Portable Document Format
- Descrição:
- Termo de autorização
Licença do Pacote
1 - 1 de 1
Nenhuma Miniatura disponível
- Nome:
- license.txt
- Tamanho:
- 555 B
- Formato:
- Item-specific license agreed to upon submission
- Descrição: