Transcendência e imanência na filosofia da morte de Schopenhauer

Data

2025-12-05

Autores

Felipe, Ana Paula Manoel

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Resumo

A presente dissertação visa analisar criticamente a filosofia imanentista de Schopenhauer. Para tanto, pretende-se investigar o possível comprometimento com teses transcendentes presentes em suas reflexões sobre a morte. Para tal fim, o tema do ascetismo e da palingenesia se sobressaem nessa investigação, não obstante, a sua metafísica da morte permeia toda a discussão, visto que a sua coerência está atrelada diretamente à utilização desses conceitos. Uma vez que, em tese, a vontade como coisa em si exclui qualquer fundamento transcendente, cabe investigar a possibilidade do afastamento de Schopenhauer do campo imanente. Essa investigação é necessária tendo em vista o seu distanciamento do domínio empírico em sua explicação sobre a palingenesia e a permanência do caráter inteligível no mundo. Dessa forma, investigarei como a filosofia de Schopenhauer trata e relaciona os conceitos de palingenesia, morte, vontade, metafisica, imanência e transcendência. Nesse contexto, defenderei a hipótese de que Schopenhauer não logrou êxito em depurar de sua filosofia imanentista elementos transcendentes e, por fim, ponderarei as consequências disso em sua metafísica da morte.

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Palavras-chave

Transcendência, Imanência, Ascetismo, Palingenesia, Morte, Transcendência (Filosofia), Vontade, Metafísica

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