01 - Doutorado - Geografia
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Navegando 01 - Doutorado - Geografia por Autor "Alves Junior, Agostinho Prado"
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Item Normas internacionais e padrões nacionais: um estudo sobre pontos de apoio e exatidão em produtos cartográficos digitais (PEC-PCD) na escala 1:1000(2025-02-27) Alves Junior, Agostinho Prado; Gomes, Luciano Nardini; Pissarra, Teresa Cristina Tarlé; Vasconcelos, Vinícius; Santos, Maurício Moreira dos; Vendrame, Pedro Rodolfo SiqueiraEste estudo investigou a aplicação de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA) na geração de produtos cartográficos de alta precisão, através de dois artigos com objetivos complementares. Partiu-se da hipótese de que a densidade de Pontos de Controle (PC) influencia diretamente a acurácia posicional e que RPA de baixo custo são viáveis para aplicações que demandam rigor normativo, como o georreferenciamento. O Artigo 1 analisou a influência da densidade de PCs (20, 16, 12, 8 e 5) na qualidade de ortomosaicos gerados com a RPA DJI Mavic 2 Pro, utilizando metodologia que integrou GNSS RTK, processamento no software Agisoft Metashape e análise estatística de acurácia com o GeoPEC, conforme as normativas ASPRS (2014) e PEC-PCD, segundo a ET-CQDG da DSG. Os resultados validaram a hipótese, demonstrando uma relação diretamente proporcional e estabelecendo 8 PCs como o limite mínimo para manter a Classe A do PEC-PCD e Classe I da ASPRS na escala 1:1.000, enquanto a configuração com 5 PCs resultou na redução significativa da qualidade. O Artigo 2 testou a viabilidade do RPA DJI Mavic Mini 2 para georreferenciamento de imóveis rurais conforme o Manual para Georreferenciamento de Imóveis Rurais do INCRA (2022), partindo da hipótese de sua adequação técnica. A metodologia empregou 8 PCs e 20 Pontos de Verificação com GNSS RTK e processamento no Agisoft Metashape. Os resultados comprovaram a hipótese, atestando que o ortomosaico gerado atendeu integralmente aos rigorosos critérios do INCRA para a Classe A, inclusive para os limites de tolerância de limites artificiais (= 0,50 m), naturais (= 3,00 m) e inacessíveis (= 7,50 m). Conclui-se que o estudo valida metodologias sólidas para controle de qualidade cartográfico e consolida o uso de tecnologias acessíveis para aplicações de precisão no mapeamento territorial e regularização fundiária