CCA - CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
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Navegando CCA - CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS por Autor "Aguiar, Aline Cristina de"
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Item Aplicação exógena de reguladores vegetais para promover o desenvolvimento da cor de uvas de mesa(2024-12-13) Aguiar, Aline Cristina de; Roberto, Sérgio Ruffo; Sato, Alessandro Jefferson; Koyama, Renata; Yamashita, Fábio; Resende, Juliano Tadeu Vilela deUvas de mesa coloridas, como a ‘Rubi’ e ‘Benitaka’, podem apresentar deficiência de desenvolvimento de cor devido à inibição da síntese de antocianinas quando cultivadas em áreas de clima quente. A aplicação exógena de reguladores vegetais é uma das estratégias para superar esse problema. O objetivo deste trabalho foi avaliar a ação da aplicação exógena do ácido 1-aminociclopropano-1-carboxílico (ACC), bem como sua associação ao ácido abscísico (S-ABA) e etefom no desenvolvimento de cor das bagas das uvas de mesa ‘Rubi’ e 'Benitaka' cultivadas em região subtropical. As aplicações foram realizadas no início do amadurecimento das bagas (vérasion), de forma dirigida aos cachos somente, ou em toda a copa das videiras. Os experimentos foram conduzidos em duas áreas comerciais na região norte do Paraná, Marialva e Cambira, em duas etapas. Na primeira, foi avaliado o efeito do ACC em diferentes concentrações e formas de aplicação durante a safra de verão de 2022, sendo avaliadas as variáveis: concentração de antocianinas totais, índice de cor das bagas (CIRG), firmeza das bagas, teores de sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT), e índice de maturação (SS/AT). Na segunda etapa, foi avaliado a associação dos três reguladores vegetais (ACC, S-ABA e etefom) em diferentes concentrações e épocas de aplicação, nas safras de verão de 2022 e 2023. Além das variáveis citadas, nesta última etapa, também foi analisado se a aplicação desses compostos exerce alguma influência na conservação dos atributos pós- colheita dos cachos e no desenvolvimento vegetativo e reprodutivo das videiras na safra seguinte. Os dados foram submetidos a análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância, por meio do Software R- Studio. O ACC em concentrações de 75 g a 100 g 100 L-1 com aplicação dirigida à copa das videiras ou somente aos cachos, é uma nova estratégia para desencadear o desenvolvimento da cor intensa e uniforme nas bagas em uvas de mesa ‘Benitaka’ cultivadas em regiões subtropicais. A associação do ACC ao S-ABA melhorou ainda mais sua eficiência, em que uma única aplicação exógena da combinação ACC 50 g 100 L-1 + S-ABA 2,0 L ha-1 aos 7 dias após o véraison (DAV) é eficaz para promover o acúmulo de antocianinas e resultar em uma cor intensa e uniforme das bagas das uvas de mesa ‘Benitaka’ e ‘Rubi’ cultivadas em regiões subtropicais, sem impacto negativo na conservação pós-colheita dos cachos ou no desenvolvimento das videiras na safra posterior à aplicação dos reguladores vegetaisItem Novos materiais de embalagem propiciam melhor conservação pós-colheita da uva de mesa 'benitaka'Aguiar, Aline Cristina de; Roberto, Sérgio Ruffo [Orientador]; Yamashita, Fábio; Rufato, LeoResumo: Durante o período de armazenagem em câmara fria, as uvas de mesa estão sujeitas a uma série de fatores que podem culminar em sua deterioração, principalmente desidratação e ataque de patógenos, resultando na perda da qualidade dos frutos que pode inviabilizar seu comércio Visto que o mercado consumidor está cada vez mais exigente em termos de qualidade de frutos, o objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência do uso de folhas geradoras de SO2 de campo, de bolsões plásticos perfurados geradores de SO2 e de bolsões permeáveis de amido para a conservação refrigerada de uvas de mesa ‘Benitaka’ em condições de armazenamento refrigerado As uvas foram obtidas de um campo de produção no município de Cambira, Paraná, na safra de verão de 22 e temporã de 221 O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com sete tratamentos e quatro repetições, com 1 cachos por parcela, sendo os tratamentos: a) Testemunha (sem o emprego de folhas geradoras de SO2); b) Bolsão plástico perfurado gerador de SO2 com 3 g de ingrediente ativo (ia) e ,3% de área de ventilação (AV); c) Bolsão plástico perfurado gerador de SO2 com 7 g de ia e ,9% de AV; d) Bolsão permeável de amido; e) Folha geradora de SO2 de campo de liberação ultrarrápida associada ao bolsão plástico perfurado gerador de SO2 com 3 g de ia e ,3% de AV; f) Folha geradora de SO2 de campo de liberação ultrarrápida associada ao bolsão plástico perfurado gerador de SO2 com 7 g de ia e ,9% de AV; e g) Folha geradora de SO2 de campo de liberação ultrarrápida associada ao bolsão permeável de amido Os cachos de uva foram armazenados individualmente em cumbucas plásticas, as quais foram acomodadas em caixas de papelão e armazenadas em câmara refrigerada a 1,±1°C e 95% de umidade relativa do ar A incidência de mofo cinzento nas uvas foi avaliada aos 3 e 45 dias após o início do armazenamento a frio e a 3 dias sob temperatura ambiente (22±1°C), após o término do armazenamento a frio Ademais, foram avaliadas as seguintes variáveis: perda de massa dos cachos, escurecimento da ráquis, degrana e branqueamento das bagas Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste LSD de Fisher a 5% de probabilidade Adicionalmente, foi realizada a Análise de Componentes Principais (ACP) A folha geradora de SO2 de campo de liberação ultrarrápida, associada aos bolsões plásticos geradores de SO2 ou ao bolsão permeável de amido, é eficiente para controlar o mofo cinzento das uvas de mesa ‘Benitaka’ durante o armazenamento refrigerado, resultando também em boa conservação dos seus atributos pós-colheita, com baixa perda de massa e degrana, e boa conservação do frescor da ráquis O uso somente dos bolsões geradores de SO2 ou do bolsão permeável de amido não resultou em um controle eficiente do mofo cinzento, entretanto, manteve a boa conservação dos atributos pós-colheita dos cachos Por fim, nenhum efeito negativo foi observado em termos de qualidade físico-química dos cachos de uva ‘Benitaka’