Influência do sexo na toxicidade de LMED-136 e RTB-182: análise histopatológica e oxidativa em camundongos Swiss

dc.contributor.advisorBracarense, Ana Paula Frederico Rodrigues Loureiro
dc.contributor.authorXavier, João Victor Sobreira
dc.contributor.bancaBorges, Fernando Henrique
dc.contributor.bancaGerez, Juliana Rubira
dc.coverage.extent65 p.
dc.coverage.spatialLondrina
dc.date.accessioned2026-09-17T14:05:10Z
dc.date.available2026-09-17T14:05:10Z
dc.date.issued2026-05-05
dc.description.abstractA pandemia de COVID-19 reforçou a necessidade de identificar terapias antivirais seguras e eficazes. Este estudo investigou o perfil toxicológico e a resposta ao estresse oxidativo das substâncias antivirais experimentais LMed-136, molécula do grupo das benzoilguanidinas identificada como um potencial inibidor de protease principal (Mpro), e RTB-182, molécula derivada de cumarina e candidata a inibidor da RNA polimerase dependente de RNA (RdRp), administradas nas concentrações de 0,66 mg/mL e 0,545 mg/mL, respectivamente. O delineamento experimental compreendeu oito grupos (n = 8 por grupo), expostos às substâncias durante sete dias consecutivos. Após o período de tratamento, foram coletados fígado, rins, baço e jejuno para análises histopatológicas, com determinação de escores de lesão tecidual, marcadores de dano oxidativo por lipoperoxidação (TBARS/MDA) e parâmetros do potencial antioxidante, avaliados por meio da atividade da glutationa S-transferase (GST) e da capacidade antioxidante total (FRAP). Observou-se dimorfismo sexual acentuado nas respostas toxicológicas: os machos apresentaram maior suscetibilidade a lesões hepáticas e renal, com incremento significativo nos marcadores de estresse oxidativo, enquanto fêmeas exibiram resposta antioxidante mais robusta, associada a maior proteção tecidual. O padrão dimórfico foi especialmente evidente no fígado, possivelmente relacionado a diferenças hormonais e metabólicas. Nos demais órgãos, as alterações foram heterogêneas e sem relevância morfológica significativa. Entre os compostos avaliados, LMed-136 demonstrou menor hepatotoxicidade em comparação ao RTB-182. Conclui-se que a resposta biológica ao estresse oxidativo e à toxicidade induzida pelos compostos testados é substancialmente modulada pelo sexo, reforçando a importância da estratificação por sexo em investigações toxicológicas de moléculas antivirais experimentais
dc.description.abstractother1The COVID-19 pandemic has reinforced the need to identify safe and effective antiviral therapies. This study investigated the toxicological profile and oxidative stress response of the experimental antiviral substances LMed-136, a molecule from the benzoylguanidine group identified as a potential main protease (Mpro) inhibitor, and RTB-182, a coumarin-derived molecule and candidate RNA-dependent RNA polymerase (RdRp) inhibitor, administered at concentrations of 0.66 mg/mL and 0.545 mg/mL, respectively. The experimental design comprised eight groups (n = 8 per group), exposed to the substances for seven consecutive days. After the treatment period, liver, kidneys, spleen, and jejunum were collected for histopathological analysis, with determination of tissue lesion scores, markers of oxidative damage by lipoperoxidation (TBARS/MDA), and antioxidant potential parameters, evaluated by glutathione S-transferase (GST) activity and total antioxidant capacity (FRAP). Marked sexual dimorphism was observed in the toxicological responses: males showed greater susceptibility to liver and kidney damage, with a significant increase in oxidative stress markers, while females exhibited a more robust antioxidant response, associated with greater tissue protection. The dimorphic pattern was especially evident in the liver, possibly related to hormonal and metabolic differences. In the other organs, the changes were heterogeneous and without significant morphological relevance. Among the compounds evaluated, LMed-136 showed lower hepatotoxicity compared to RTB-182. It is concluded that the biological response to oxidative stress and toxicity induced by the tested compounds is substantially modulated by sex, reinforcing the importance of sex stratification in toxicological investigations of experimental antiviral molecules
dc.identifier.urihttps://repositorio.uel.br/handle/123456789/19962
dc.language.isopor
dc.relation.departamentCCA - Departamento de Clínicas Veterinárias
dc.relation.institutionnameUniversidade Estadual de Londrina - UEL
dc.relation.ppgnamePrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal
dc.subjectDimorfismo sexual
dc.subjectEstresse Oxidativo
dc.subjectHepatoxicidade
dc.subjectCompostos antivirais
dc.subjectModelos pré-clínicos
dc.subjectAntiviral
dc.subjectHistopatologia veterinária
dc.subjectCamundongos Swiss
dc.subject.capesCiências Agrárias - Medicina Veterinária
dc.subject.cnpqCiências Agrárias - Medicina Veterinária
dc.subject.keywordsSex dimorphism
dc.subject.keywordsOxidative stress
dc.subject.keywordsHepatotoxicity
dc.subject.keywordsAntiviral compounds
dc.subject.keywordsPreclinical models
dc.subject.keywordsAntiviral agents
dc.subject.keywordsVeterinary histopathology
dc.subject.keywordsSwiss Mice
dc.titleInfluência do sexo na toxicidade de LMED-136 e RTB-182: análise histopatológica e oxidativa em camundongos Swiss
dc.title.alternativeInfluence of sex on the toxicity of LMED-136 and RTB-182: histopathological and oxidative analysis in Swiss mice
dc.typeDissertação
dcterms.educationLevelMestrado Acadêmico
dcterms.provenanceCentro de Ciências Agrárias

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