Efeitos do tamanho muscular basal e do volume de treinamento na espessura muscular, força, massa isenta de gordura e osso e aptidão funcional em mulheres idosas destreinadas

dc.contributor.advisorCyrino, Edilson Serpeloni
dc.contributor.authorCavalcanti, Alexandre Miguel Domingos
dc.contributor.bancaSousa, Leticia Trindade Cyrino de
dc.contributor.bancaOliveira, Witalo Kassiano Ferreira de
dc.contributor.coadvisorFabro, Paolo Marcello da Cunha
dc.coverage.extent73 p.
dc.coverage.spatialLondrina
dc.date.accessioned2026-09-23T16:20:02Z
dc.date.available2026-09-23T16:20:02Z
dc.date.issued2026-07-31
dc.description.abstractO envelhecimento está associado à redução progressiva da massa muscular, da força muscular e da capacidade funcional, comprometendo a independência funcional e a qualidade de vida de mulheres idosas. Embora o treinamento resistido (TR) seja reconhecido como uma das estratégias mais eficazes para atenuar essas alterações, evidências sugerem que a magnitude das adaptações induzidas pelo treinamento pode variar em função de características individuais e da dose de exercício empregada. Assim, o presente estudo analisou a influência do tamanho muscular basal e do volume de TR sobre adaptações morfológicas, neuromusculares e funcionais em mulheres idosas destreinadas. Cento e vinte mulheres idosas fisicamente independentes foram distribuídas em dois grupos de acordo com o volume de treinamento realizado durante 12 semanas: duas séries por exercício (G-2S; n = 62) e três séries por exercício (G-3S; n = 58). Ambos os grupos realizaram TR supervisionado três vezes por semana, diferindo apenas no número de séries executadas por exercício. Antes e após a intervenção foram avaliados o tamanho muscular por ultrassonografia, a massa isenta de gordura e osso (MIGO) por absortometria radiológica de dupla energia (DXA), a força muscular por testes de uma repetição máxima (1RM) e a aptidão funcional por testes específicos. Os hábitos alimentares foram monitorados por meio de recordatórios alimentares de 24 horas. Os resultados indicaram que um maior volume de treinamento promoveu adaptações hipertróficas superiores em comparação ao menor volume (2S: +4,5% vs. 3S: +6,9%; P < 0,001). Para as variáveis MIGO, foi observado aumento significativo em ambos os grupos (P < 0,01), sem diferença significante entre os grupos (P > 0,24). Para força muscular, os volumes de treino diferentes promoveram incrementos significantes e de magnitudes similares (P > 0,08). Para os testes de aptidão funcional, as magnitudes das adaptações diferiram entre os grupos para o teste de sentar e levantar 30s e TUG, indicando um efeito significante (P < 0,01) de um volume maior de treinamento sobre o desempenho funcional. Analisando o efeito moderador do tamanho muscular basal nas adaptações, não foi observada interação significativa entre tamanho muscular basal e volume de treinamento para a maioria das variáveis, exceto para o teste de 1RM na cadeira extensora, no qual foi possível observar um efeito moderador significante do tamanho muscular basal (P = 0,034), onde o ganho de força no exercício cadeira extensora é moderado pela quantidade de massa muscular pré-intervenção. Nossos resultados sugerem que o TR realizado com três séries por exercício parece otimizar a resposta adaptativa na espessura muscular agregada e desempenho funcional. Ademais, exceto para a força muscular máxima na cadeira extensora, o tamanho muscular basal parece não moderar a magnitude das adaptações
dc.description.abstractother1Aging is associated with a progressive decline in muscle mass, muscle strength, and functional capacity, compromising functional independence and quality of life in older women. Although resistance training (RT) is widely recognized as one of the most effective strategies for attenuating these age-related changes, evidence suggests that the magnitude of training-induced adaptations may vary according to individual characteristics and the exercise dose prescribed. In this context, the present study aimed to investigate the influence of baseline muscle size and resistance training volume on morphological, neuromuscular, and functional adaptations in untrained older women. A total of 120 physically independent older women (=60 years) participated in the study and were allocated into two groups according to training volume performed over a 12-week intervention: two sets per exercise (G-2S; n = 62) and three sets per exercise (G-3S; n = 58). Both groups completed supervised RT sessions three times per week, differing only in the number of sets performed per exercise. Before and after the intervention, muscle size was assessed by ultrasonography, lean soft tissue mass by dual-energy X-ray absorptiometry (DXA), muscle strength by one-repetition maximum (1RM) testing, and functional fitness through a battery of functional performance tests. Dietary habits were monitored using 24-hour dietary recalls. The results revealed a higher training volume promoted superior hypertrophic adaptations compared to a lower volume (2S: +4.5% vs. 3S: +6.9%; P < 0.001). Regarding MIGO variables, there was a significant increase in both groups (P < 0.01), with no significant difference between groups (P > 0.24). Regarding muscle strength, the different training volumes promoted significant increases of similar magnitude (P > 0.08). For functional performance tests, the magnitude of adaptations differed between groups for the 30-second sit-to-stand test and the TUG test, revealing a significant effect (P < 0.01) of higher training volume on functional performance. When analyzing the moderating effect of baseline muscle size on adaptations, no significant interaction was observed between baseline muscle size and training volume for most variables, except for the leg extension 1RM test; in this case, a significant moderating effect of baseline muscle size was observed (P = 0.034), indicating that strength gains in the leg extension exercise are moderated by pre-intervention muscle mass. Our results suggest that RT performed with three sets per exercise appears to optimize the adaptive response regarding aggregate muscle thickness and functional performance. Furthermore, except for maximal muscle strength on knee extension, baseline muscle size does not appear to moderate the magnitude of the adaptations
dc.identifier.urihttps://repositorio.uel.br/handle/123456789/20009
dc.language.isopor
dc.relation.departamentCCS - Departamento de Clínica Médica
dc.relation.institutionnameUniversidade Estadual de Londrina - UEL
dc.relation.ppgnamePrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde
dc.subjectTreinamento de força
dc.subjectMúsculos hipertrofia
dc.subjectEnvelhecimento
dc.subjectMulheres idosas
dc.subject.capesCiências da Saúde - Educação Física
dc.subject.cnpqCiências da Saúde - Educação Física
dc.subject.keywordsStrength training
dc.subject.keywordsMuscles hypertrophy
dc.subject.keywordsAging
dc.subject.keywordsOlder women
dc.titleEfeitos do tamanho muscular basal e do volume de treinamento na espessura muscular, força, massa isenta de gordura e osso e aptidão funcional em mulheres idosas destreinadas
dc.title.alternativeEffects of baseline muscle size and training volume on muscle thickness, strength, fat and bone-free lean mass, and functional fitness in untrained elderly women
dc.typeDissertação
dcterms.educationLevelMestrado Acadêmico
dcterms.provenanceCentro de Ciências da Saúde

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