Resiliência: a relação entre estresse infantil, práticas parentais, experiências adversas na infância e alterações neurobiológicas

dc.contributor.advisorGon, Márcia Cristina Caserta
dc.contributor.authorNoro, Grazielle
dc.contributor.bancaFilgueiras, Guilherme Bracarense
dc.contributor.bancaOliveira, Karina da Silva
dc.contributor.bancaSilveira, Jocelaine Martins da
dc.contributor.bancaMachado, Regina Célia Bueno Rezende
dc.contributor.coadvisorZazula, Robson
dc.coverage.extent274 p.
dc.coverage.spatialLondrina
dc.date.accessioned2026-08-21T18:35:31Z
dc.date.available2026-08-21T18:35:31Z
dc.date.issued2025-01-30
dc.description.abstractResiliência psicológica é capacidade de adaptação positiva a adversidades, envolvendo fatores genéticos, epigenéticos, psicológicos e ambientais. Trata-se de um processo multidimensional e dinâmico, e assim, seu estudo requer abordagens interdisciplinares. O presente estudo teve como objetivo investigar a relação entre resiliência psicológica, experiências adversas na infância (EAIs), estresse infantil e práticas parentais, explorando também as bases neurobiológicas e epigenéticas da resiliência. Utilizando uma abordagem interdisciplinar, a pesquisa foi realizada com 55 crianças de 8 a 12 anos, divididas em dois grupos: um caso, com crianças acolhidas por maus-tratos, e um controle, com crianças sem histórico de adversidades. Foram utilizados questionários escalas de resiliência, estresse e práticas parentais. Os resultados mostram que: (a) a definição de repertório resiliente ainda precisa ser operacionalizada, incluindo pela Análise do Comportamento; (b) crianças expostas a EAIs apresentaram maior estresse e práticas parentais de risco, mas níveis de resiliência semelhantes ao grupo controle, destacando a importância de práticas parentais positivas e intervenções focadas em estilos parentais e suporte emocional; (c) genes como OXTR e NR3C1 estão relacionados à resiliência psicológica, mas faltam estudos específicos com crianças; (d) a aproximação entre Epigenética e Análise do Comportamento sugere a necessidade de cautela, considerando as limitações dos dados humanos e a indefinição sobre a influência do ambiente. Sugere-se pesquisas longitudinais e amostras mais diversificadas, enfatizando a importância da interdisciplinaridade na compreensão da resiliência
dc.description.abstractother1Psychological resilience is the ability to adapt positively to adversity, involving genetic, epigenetic, psychological, and environmental factors. It is a multidimensional and dynamic process, and thus, its study requires interdisciplinary approaches. The present study aimed to investigate the relationship between psychological resilience, adverse childhood experiences (ACEs), childhood stress, and parenting practices, while also exploring the neurobiological and epigenetic foundations of resilience. Using an interdisciplinary approach, the research was conducted with 55 children aged 8 to 12 years, divided into two groups: a case group, consisting of children placed in care due to abuse, and a control group, consisting of children with no history of adversity. Resilience, stress, and parenting practices questionnaires and scales were used. The results indicate that: (a) the definition of a resilient repertoire still needs to be operationalized, including through Behavior Analysis; (b) children exposed to ACEs exhibited higher stress levels and riskier parenting practices but similar levels of resilience to the control group, highlighting the importance of positive parenting practices and interventions focused on parenting styles and emotional support; (c) genes such as OXTR and NR3C1 are related to psychological resilience, but specific studies involving children are lacking; (d) the integration between Epigenetics and Behavior Analysis suggests the need for caution, considering the limitations of human data and the uncertainty about the influence of the environment. Longitudinal studies and more diverse samples are recommended, emphasizing the importance of interdisciplinarity in understanding resilience
dc.identifier.urihttps://repositorio.uel.br/handle/123456789/19518
dc.language.isopor
dc.relation.departamentCCB - Departamento de Psicologia Geral e Análise do Comportamento
dc.relation.institutionnameUniversidade Estadual de Londrina - UEL
dc.relation.ppgnamePrograma de Pós-Graduação em Análise do Comportamento
dc.subjectResiliência
dc.subjectEstresse infantil
dc.subjectExperiências adversas na infância
dc.subjectPráticas parentais
dc.subjectNeurobiologia do desenvolvimento
dc.subjectModificações epigenéticas
dc.subjectCuidados parentais
dc.subject.capesCiências Humanas - Psicologia
dc.subject.cnpqCiências Humanas - Psicologia
dc.subject.keywordsResilience
dc.subject.keywordsChild stress
dc.subject.keywordsAdverse childhood experiences
dc.subject.keywordsParental practices
dc.subject.keywordsDevelopmental neurobiology
dc.subject.keywordsEpigenetic modifications
dc.subject.keywordsParental care
dc.titleResiliência: a relação entre estresse infantil, práticas parentais, experiências adversas na infância e alterações neurobiológicas
dc.title.alternativeResilience: the relationship between childhood stress, parental practices, adverse childhood experiences and neurobiological changes
dc.typeTese
dcterms.educationLevelDoutorado
dcterms.provenanceCentro de Ciências Biológicas

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