Capas da vogue: do padrão a "inclusão"
Data
2024-05-30
Autores
Silva, Jackeline
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Resumo
A presente pesquisa visa compreender as representações da beleza na Vogue, passando pelo histórico da publicação até chegar aos corpos antes marginalizados pela revista, mas que ao longo dos últimos anos estamparam algumas capas. Investiga-se como - no contexto atual, em meio à conscientização sobre diversidade e inclusão - a Vogue está respondendo a essas mudanças. Para alcançar esse propósito, serão analisadas quatro capas da revista que representam um impacto editorial de relevância na construção do respeito pelas mulheres negras, trans, albinas e acima do peso padrão. Por meio de abordagem multidisciplinar, este estudo permite uma análise crítica e contextualizada dessas representações de beleza na cultura contemporânea, sem perder de vista a importância das transformações em curso na indústria da moda. A metodologia empregada fundamenta-se na perspectiva semiótica de Roland Barthes (1979), pelos veios históricos de Angeletti & Oliva (2012) e Bozinoski (2022), enriquecida pelo suporte teórico de jornalismo de Ali (2009), Buitoni (1990) e Scalzo (2011), e dos estudiosos de Moda Lipovetsky (2009), Modesto (2018) e Barnard (2003).
Descrição
Palavras-chave
Corpos marginalizados, Moda, Vogue, Jornalismo, Semiótica