Comportamentos requeridos de psicoterapeutas para conduzir intervenções clínicas baseadas em ativação comportamental

dc.contributor.advisorKienen, Nádia
dc.contributor.authorSilveira, Andressa Secchi
dc.contributor.bancaSahão, Fernanda Torres
dc.contributor.bancaViecili, Juliane
dc.coverage.extent180 p.
dc.coverage.spatialLondrina
dc.date.accessioned2026-09-01T11:31:26Z
dc.date.available2026-09-01T11:31:26Z
dc.date.issued2025-12-19
dc.description.abstractA ativação comportamental é reconhecida como intervenção terapêutica com evidências internacionais de efetividade para o tratamento da depressão. A sua maior disseminação, no contexto de atuação clínica de psicólogos brasileiros, é uma possibilidade para o enfrentamento da depressão como problema de saúde pública. Embora existam materiais sobre a implementação da ativação comportamental direcionados a psicólogos, a elaboração de programas de ensino para a capacitação de psicoterapeutas para conduzir a ativação comportamental requer a especificação dos comportamentos a serem apresentados por eles de forma mais precisa. A presente pesquisa teve o objetivo de propor classes de comportamentos constituintes da classe geral “conduzir intervenções clínicas baseadas em ativação comportamental” de acordo com informações presentes em documentos orientadores dessa atuação, por psicoterapeutas, em contexto clínico. A proposição de classes de comportamentos constituintes de uma classe geral é um tipo de pesquisa em Programação de Condições para o Desenvolvimento de Comportamentos (PCDC), com etapas delimitadas. O método empregado nesta pesquisa foi composto de nove procedimentos, sendo eles: 1) selecionar fontes de informação, 2) traduzir fontes de informação, 3) selecionar parágrafos relevantes nas fontes de informação, 4) identificar componentes de classes de comportamentos em parágrafos selecionados, 5) aperfeiçoar a linguagem utilizada para se referir a componentes de classes de comportamentos, 6) derivar componentes de classes de comportamentos, 7) propor classes de comportamentos, 8) revisar a nomeação das classes de comportamentos e 9) organizar as classes de comportamentos propostas. Foram propostas 244 classes de comportamentos, a partir de dois artigos científicos publicados em periódicos revisados por pares a respeito de uma intervenção manualizada de ativação comportamental breve. O primeiro artigo incluía o manual do protocolo de intervenção, e o segundo, considerações complementares para a sua implementação. Ao conduzir intervenção baseada em ativação comportamental, são requeridas do psicoterapeuta classes de comportamentos que envolvem obter a colaboração do paciente para modificar padrões de comportamentos que acarretam problemas e capacitar o paciente a observar, analisar e intervir sobre o próprio comportamento, de forma a desenvolver padrões de comportamento incompatíveis com a depressão. A proposição das classes de comportamentos que constituem a classe geral de forma objetiva, precisa e concisa visa dar visibilidade a variáveis específicas dos comportamentos requeridos para a atuação de psicoterapeutas. A proposição de classes de comportamentos, ao utilizar uma linguagem analítica-funcional, fornece uma alternativa tanto às limitações de uma descrição topográfica de ações do psicoterapeuta quanto à recomendação vaga de implementar protocolos “com flexibilidade”, frequentemente utilizada em manuais de intervenção
dc.description.abstractother1Behavioral Activation is recognized as a therapeutic intervention with international evidence of effectiveness for the treatment of depression. Its wider dissemination within the clinical practice of Brazilian psychologists represents a potential strategy for addressing depression as a public health problem. Although there are materials available to guide psychologists in implementing Behavioral Activation, the development of training programs aimed at preparing psychotherapists to conduct Behavioral Activation requires more precise specification of the behaviors to be performed by them. The present study aimed to propose classes of behaviors that constitute the general class “conduct clinical interventions based on Behavioral Activation,” according to information present in guiding documents for the work of psychotherapists conducting this intervention in clinical settings. The proposal of classes of behaviors that compose a general class is a type of research in the Programming of Conditions for the Development of Behavior (PCDC), which follows defined procedures. The method employed in this study consisted of nine procedures: (1) selecting information sources, (2) translating information sources, (3) selecting relevant paragraphs from the sources, (4) identifying components of behavior classes in selected paragraphs, (5) refining the language used to refer to components of behavior classes, (6) deriving components of behavior classes, (7) proposing behavior classes, (8) reviewing the naming of behavior classes, and (9) organizing the proposed behavior classes. A total of 244 behavior classes were proposed, based on two peer-reviewed scientific articles describing a manualized brief Behavioral Activation intervention. The first article included the intervention protocol manual, while the second provided complementary considerations for its implementation. In conducting an intervention based on Behavioral Activation, the psychotherapist is required to engage in behaviors that involve obtaining the patient’s collaboration to modify behavioral patterns that cause problems and to train the patient to observe, analyze, and intervene on their own behavior, in order to develop behavioral patterns incompatible with depression. The proposal of behavior classes that constitute the general class in an objective, precise, and concise manner aims to highlight specific variables of the behaviors required for psychotherapists’ professional performance. By employing an analytic-functional language, the proposal of behavior classes offers an alternative both to the limitations of topographical descriptions of therapist actions and to the vague recommendation of delivering the intervention “with flexibility”, which is often found in intervention manuals
dc.identifier.urihttps://repositorio.uel.br/handle/123456789/19861
dc.language.isopor
dc.relation.departamentCCB - Departamento de Psicologia Geral e Análise do Comportamento
dc.relation.institutionnameUniversidade Estadual de Londrina - UEL
dc.relation.ppgnamePrograma de Pós-Graduação em Análise do Comportamento
dc.subjectAtivação comportamental - Uso Terapêutico
dc.subjectDepressão - Tratamento
dc.subjectProgramação de condições para o desenvolvimento de comportamentos
dc.subjectFormação de terapeutas
dc.subjectTreinamento de terapeutas
dc.subject.capesCiências Humanas - Psicologia
dc.subject.cnpqCiências Humanas - Psicologia
dc.subject.keywordsBehavioral activation - Therapeutic use
dc.subject.keywordsDepression - Treatment
dc.subject.keywordsTechnologies of teaching
dc.subject.keywordsTherapist training
dc.subject.keywordsBehavioral Activation
dc.titleComportamentos requeridos de psicoterapeutas para conduzir intervenções clínicas baseadas em ativação comportamental
dc.title.alternativeBehavior required of psychotherapists to conduct clinical interventions based on behavioral activation
dc.typeDissertação
dcterms.educationLevelMestrado Acadêmico
dcterms.provenanceCentro de Ciências Biológicas

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