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Navegando por Autor "Lima, Ricardo Augusto de"

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    Amores irregulares e o “homem de verdade” : homossexualidades e masculinidades no romance de 30
    (2024-04-17) Pellizzari, Thamiris Yuri Silveira; Simon, Luiz Carlos Santos; Camargo, Fábio Figueiredo; Godoy, Maria Carolina de; Lima, Ricardo Augusto de; Leite, Suely
    O presente trabalho tem por objetivo analisar a maneira como as temáticas das masculinidades e das homossexualidades masculinas são exploradas no Romance de 30. Considerando as diversas expressões das masculinidades, isto é, tendo em vista a pluralidade desse conceito que reverbera e reflete na esfera da sexualidade, esta pesquisa encontra nos textos de Connell alicerce para discorrer a respeito de um ideal hegemônico de masculinidade em contraponto com o que a autora chama de masculinidades subordinadas. No que se refere ao aparato literário, a escolha do romance de 30 envolveu, sobretudo, a pressuposição de uma abordagem profícua e extensa das masculinidades subordinadas e das homossexualidades, seja por se tratar de um momento de inigualável produção e publicação romanesca, seja em razão da maior representação dos marginalizados e levando em consideração a atmosfera dos ideais modernistas. Mantendo diálogo com textos de teoria, crítica e história literária, tanto sobre o período quanto sobre o escopo temático em questão, como os de Luís Bueno, João Silvério Trevisan, Luciana Stegagno-Picchio, Sócrates Nolasco e Michel Foucault, esta tese desnuda as variadas expressões das masculinidades em obras de diversos autores, tais quais Oswald de Andrade, José Lins do Rego, Jorge Amado e Octávio de Faria, com reflexões que chamam a atenção para a maneira como se dá a representação das homossexualidades masculinas em romances publicados ao longo da década de 1930. Nesse sentido, embora assuma uma perspectiva quantitativa, ao promover uma sistematização de obras que exploram as homossexualidades, este estudo não se abstém do viés analítico, mergulhando nas narrativas em que há território fértil para ponderações sobre masculinidades e homossexualidades, o que se dá de maneira mais concentrada ao longo do terceiro capítulo, voltado à análise dos romances Usina, de José Lins do Rego e Mundos mortos, de Octávio de Faria, sob os vieses das homossexualidades e do fracasso da masculinidade.
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    Como eu cheguei até aqui : os relatos de si no monólogo polifônico
    Stuchi, Marina; Pascolati, Sonia Aparecida Vido [Orientador]; Figueiredo, Eurídice; Lima, Ricardo Augusto de; Silva, Marta Dantas da; Leite, Suely
    Resumo: A escrita deste trabalho se configura como um entrelaçamento de pesquisa acadêmica, relato pessoal e criação artística e assim acredito me aproximar do meu objeto de pesquisa, me entender como sujeito e refletir como artista Opto pelo uso da primeira pessoa já aqui nesse momento buscando a aproximação dessas três Marinas – a pesquisadora, a mulher e a atriz – que irão se apresentar e resumir o processo de uma pesquisa acadêmica cujo objetivo principal é defender a constituição de uma nova forma dramática que possui a potencialidade de abrigar as escritas de si no teatro contemporâneo, a qual denomino monólogo polifônico Na cena 1, a Marina acadêmica problematiza os conceitos de monólogo, aparte e solilóquio com o intuito de mostrar seus diferentes usos na dramaturgia ocidental, assim como situa historicamente a substituição da intersubjetividade pela intrasubjetividade em textos teatrais do final do século XIX Fiz esse percurso com dois objetivos principais: 1) situar historicamente a crescente atenção da dramaturgia para aspectos condizentes à subjetividade; 2) acompanhar as transformações do monólogo, que de elemento do drama passa a forma dramática na modernidade Acredito que o monólogo ao se descolar da forma do drama já nasce livre de regras de composição e se configura no teatro contemporâneo como uma forma híbrida, aberta e diversificada Na cena 2, a Marina mulher se descobre como pesquisadora e objeto de pesquisa ao mesmo tempo ao teorizar sobre as escritas de si no teatro e investigar a relação entre o falar de si no monólogo polifônico, no qual o ator passa a ser o dramaturgo de sua própria obra, e a performance Ainda nessa mesma cena, apresento as obras que compõem o corpus da tese – Ficção (212) da Cia Hiato; BR-Trans (213) de Silvero Pereira; Conversas com meu pai (214) de Alexandre Dal Farra a partir de experimentações de Janaina Leite; Helena vadia (216) de Pamella Villanova; O Evangelho segundo Jesus, Rainha do Céu (216) dramaturgia de Jo Clifford encenada por Renata Carvalho no Brasil; Grazi Ellas (217) dramaturgia de Aguinaldo Souza e Rafael Avansini a partir de material de Mel Campus; O Arquipélago (219) de Pablito Kucarz; e Mulher, como você se chama? (219) de Janaina Matter – e problematizo como o íntimo tem a potência de se constituir como político, instaurando novas formas de discussão e reflexão Para tanto, dialogo com a(s) teoria(s) feminista(s) com o intuito de refletir acerca do silenciamento das minorias, levando a uma das questões centrais da pesquisa: sobre o que e quem fala nos monólogos que partem dos relatos pessoais dos atores/atrizes na dramaturgia contemporânea brasileira Na cena 3, a Marina artista reflete como se configuram formalmente as escritas de si no monólogo polifônico ao destacar como elementos constituintes das obras pelo menos cinco aspectos fundamentais: a presença de elementos autobiográficos do artista, a implosão do conceito de personagem dramática, a inserção da alteridade via polifonia, o intertexto na composição dramatúrgica organizado pelo autor rapsodo e o metateatro e sua relação com a autoficção
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    Esconder o olhar, reter o afeto: Roland Barthes e Dora Maar
    (2020-03-10) Teixeira, Daiane Barbosa; Marques, Bárbara Cristina; Brandini, Laura Taddei; Lima, Ricardo Augusto de
    Figura singular a flanar pelas ruas de Paris nos anos 1930, a fotógrafa francesa Dora Maar foi umas das raras mulheres a transitar com desenvoltura no meio surrealista, terreno no qual sua obra floresceu. Suas fotos, principalmente aquelas a mostrar cenas de rua, são resultado de um olhar perspicaz que fragmenta e captura a realidade de modo a suscitar uma série de provocações concernentes à problemática do olhar. As experimentações e a ironia impressa em muitas de suas fotos revelam a sensibilidade de uma artista que acabou por construir um interessante percurso imagético a ser revisitado. Cerca de quase cinquenta anos depois, Roland Barthes, escritor francês, publicou A câmara clara, fruto de sua busca pela essência da fotografia somado ao enlutamento pela morte de sua mãe. O que essas duas obras têm em comum para além da fotografia? Barthes, ao lidar, não sem dor, com os vestígios fotográficos da mãe, desenvolve dois conceitos, punctum e studium, que passam a figurar os ensaios teóricos de inúmeros estudiosos no século XX. Esta dissertação pretende discutir as fotografias de Dora Maar em consonância ao pensamento barthesiano quanto à teoria da imagem fotográfica. Em linhas mais gerais, a obra de Barthes, especialmente aquela a refletir sobre o caráter afetivo, estético e político da imagem, conduzirá nossa leitura da obra de Dora Maar.
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    Estas três paredes do meu apartamento : intertexto, ruptura da ilusão e autoficção como recursos metateatrais em O Homem e a Mancha, de Caio Fernando Abreu
    Lima, Ricardo Augusto de; Pascolati, Sonia Aparecida Vido [Orientador]; Barbosa, Nelson Luís; Simon, Luiz Carlos Santos
    Resumo: Caio Fernando Abreu (1948-1996) alcançou nítido reconhecimento nesse começo de século XXI, seja pelos estudos de suas obras, seja pela propagação de informações nas redes sociais Entretanto, uma face de Caio continua misteriosa: o Caio-dramaturgo, escritor de peças que revelam domínio do gênero dramático Como contribuição aos estudos da dramaturgia caiofernandiana, este trabalho analisa como o metateatro ocorre na peça O homem e a mancha em diálogo com outros textos dramáticos do autor, além de seus contos e romances O intuito é apontar os elementos metateatrais, como a quebra de ilusão, o intertexto e evidenciar ainda um outro recurso: a autoficção Assim, a partir de teorias de Julia Kristeva, Harold Bloom, Laurent Jenny, Gérard Genette e Typhaine Samoyault, verificamos como se constrói a intertextualidade na peça de Caio e, retomando os conceitos de metateatro propostos por Lionel Abel, Manfred Schmeling e Tadeusz Kowzan, analisamos as diferentes formas de quebra de ilusão, da mise en abyme às falas metateatrais explícitas Para finalizar, alguns conceitos de teatro autobiográfico e autobiografia de Philippe Lejeune contribuem para a análise do teatro de Caio Fernando Abreu, jamais autobiográfico, mas passível de leitura autoficcional Para tanto, contamos com o respaldo teórico de Serge Doubrovsky, Vincent Colonna, Philippe Gasparini e Diana Klinger Nossa hipótese é que, uma vez colocando sua vida no palco por trás dos seus personagens e de sua ficção, Caio Fernando Abreu possibilita uma nova leitura de sua obra, incluída em um espaço híbrido que coloca em xeque noções de real e ficcional, instaurando a ficção ao mesmo tempo em que a revela
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    A homossexualidade masculina em contos brasileiros da década de 1980
    Pellizzari, Thamiris Yuri Silveira; Simon, Luiz Carlos Santos [Orientador]; Marques, Bárbara Cristina; Lima, Ricardo Augusto de
    Resumo: Esta Dissertação trata da abordagem da homossexualidade masculina na literatura cuidando, mais especificamente, da contística brasileira da década de 198 de maneira a observar e refletir acerca da presença/ausência dessa orientação sexual nas obras de conto publicadas durante a década prevista A determinação do recorte temporal diz respeito aos acontecimentos históricos relativos à homossexualidade Deste modo levamos em consideração os avanços médicos, legais e religiosos sobre essa sexualidade que passa a ser considerada como orientação sexual somente após intensos estudos e debates em curso nesse período, discussão desenvolvida logo no primeiro capítulo, o qual explora, também, uma perspectiva teórica relativa às masculinidades e à heteronormatividade Momento que nos compete buscar respaldo em teóricos como: Raewyn Connel, Elisabeth Badinter, Michel Foucault, James N Green, Sócrates Nolasco, João Silvério Trevisan, entre outros O segundo capítulo compreende as conquistas do movimento homossexual colaborando para o alavancar da teoria Queer, no Brasil, além do levantamento de 29 obras de contos da década de 198 com referências à homossexualidade, momento chave desta pesquisa Por fim, visando um aprofundamento do assunto, bem como do levantamento, dedicamos o terceiro capítulo à análise de quatro contos que focalizam centralmente a temática, dois de autoria de Caio Fernando Abreu: “Aqueles dois”, presente na obra Morangos Mofados (1982) e “Pequeno monstro”, oriundo da obra Os dragões não conhecem o paraíso (1988); outros dois de Autran Dourado: “Retrato de Vítor Macedônio” e “O triste destino de Emílio Amorim”, ambos da obra As Imaginações Pecaminosas (1981) Neste capítulo buscamos não somente o desenvolvimento de análises profundas, como também o estabelecimento de um diálogo com as reflexões teóricas do primeiro capítulo e entre os contos, a partir das concepções analíticas
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    Intersecções entre autoficção cênica e metateatro no teatro contemporâneo : zonas crepusculares
    Lima, Ricardo Augusto de; Pascolati, Sonia Aparecida Vido [Orientador]; Monteiro, Gabriela Lírio; Flory, Alexandre; Gimenéz, Diego; Simon, Luiz Carlos Santos
    Resumo: Meu objetivo neste estudo é analisar a produção teatral contemporânea sob um dos aspectos que, a meu ver, são mais frequentes: a autoficção Utilizo-me desse termo e não de autobiografia devido à impossibilidade de um teatro autobiográfico nos moldes de Philippe Lejeune (28), conforme escreve Patrice Pavis (28, p 375), em seu Dicionário de teatro, visto tratar-se de uma ficção presente assumida por personagens imaginários Desta forma, recorro ao conceito de Serge Doubrovsky (1977) para verificar em qual medida, na realização cênica, o hibridismo de ficção e realidade na criação alcança outros níveis de significação e representatibilidade que não seriam percebidos na ficção em prosa É, portanto, justamente o mesmo ponto que impossibilita o teatro autobiográfico que será a manifestação dessa ambiguidade: o corpo, a voz e o espaço cênico como instâncias sempre duplas no teatro, parte ficção e parte referencial, que multiplicam os níveis de enunciação e promovem novas leituras e estruturas críticas para o teatro e sua relação com a realidade e, portanto, com ele mesmo Por isso, o reconhecimento ou sinalização da autoficção no texto dramático promove no espectador um rompimento da ilusão teatral similar a outros recursos metadramáticos, como quebra da quarta parede, teatro dentro do teatro, intertextualidade e personagens com consciência dramática A partir do momento em que a ambiguidade é instaurada, o texto mergulha o leitor/espectador em um jogo de dúvida e desdobramentos, no qual nenhum ponto se torna fixo para que o espectador situe sua percepção do real Desta forma, o texto dramático se torna um discurso crítico por ser o responsável pelo questionamento da instância, até então estável, da ficção, além de questionar, é claro, o que é teatro Para tanto, tomo como corpus para exemplificação dos tipos de autoficção que se percebem nas produções contemporâneas os seguintes textos dramáticos e espetáculos: Luís Antônio-Gabriela, de Nelson Baskerville e Verônica Gentilin (211); Conversas com meu pai, de Alexandre Dal Farra e Janaina Leite (213); Tebas Land (213) e La ira de Narciso (215), ambas de Sergio Blanco Em todas elas, o jogo entre real e ficcional é nítido e consciente, instaurados de forma crítica por meio da dúvida em relação à identidade dos personagens protagonistas Para chegar, porém, até elas, mostro como, desde o momento tido como instaurador de uma crise no drama (SZONDI, 21) uma voz dramática anseia por dizer eu sem máscaras na cena, como o faziam, ou ao menos intentavam, na escrita autobiográfica Transito pelo século XX, da Suécia de Strindberg ao subjetivismo moderno de Jorge Andrade, na tentativa de evidenciar uma mudança no paradigma da representação que dá base para o irrompimento do real na cena, seja subjetivamente ou de forma direta A criação de uma verdade em cena, mesmo que seja uma "verdade inventada", uma possibilidade de Uma versão, mesmo que um pouco turva, de um Real que nunca é alcançado
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    Sonha a ficção científica com um futuro pós-humano
    Cruz, Hermar Augustinho da; Marques, Bárbara Cristina [Orientador]; Corrêa, Alamir Aquino; Lima, Ricardo Augusto de
    Resumo: Esta Dissertação parte dos diversos modos de representação do “homem pós-humano”, teoria nascida nos estudos acerca da realidade científica atual, especialmente na área da biotecnologia, – que busca formas de conectar organismos biológicos com sistemas artificiais –, a fim de refletir sobre as suas idealizações imaginárias na literatura e no cinema de Ficção científica, especialmente em obras reconhecidas como precursoras dessa concepção Para aprofundar a discussão de um modo comparativo, analisa-se o conto “A Mosca” e as suas duas versões cinematográficas – Newman, 1958 e Cronenberg, 1986 – no contexto da engenharia genética com a digitalização e a teoria da informação O objetivo final é levantar uma discussão a respeito do homem atual como proposto pela corrente crítica do pós-humanismo, com a Ficção científica produzida entre o início do século XIX até os finais do século XX
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