04 - Graduação - Jornalismo
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Navegando 04 - Graduação - Jornalismo por Autor "Buzalaf, Márcia"
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Item À flor da pele: uma cartografia sobre histórias de pessoas psicodiversas e a patologização do sentir(2024-05-31) Martins, Isabelle; Moreira, Reginaldo; Kaseker, Mônica; Buzalaf, MárciaEste trabalho visa desconstruir estigmas e estereótipos associados ao transtorno de personalidade borderline, que são também ressaltados e reforçados pela mídia, através de uma análise crítica da patologização das emoções e comportamentos que divergem da normatividade. Utilizando de uma abordagem não muito institucional e um tanto quanto afastada da visão técnico-científica, mas sim centrada nas experiências das próprias pessoas afetadas, faz-se o uso da cartografia sentimental para obter relatos significativos, por meio de entrevistas não padronizadas. O estudo se propõe a dar visibilidade às vivências e narrativas desses indivíduos, contribuindo assim para uma compreensão mais empática e inclusiva da diversidade psicológica.Item Sálvia: coletânea de histórias sobre o judô feminino(2021) Vilas Boas, Cristye Trindade; Demétrio, Silvio; Buzalaf, Márcia; Iwano, RogérioO presente trabalho tem como objetivo produzir um livro-reportagem que narre a história de mulheres no contexto do judô feminino. O formato escolhido para o projeto se deve à necessidade e vontade de construir essas histórias de modo profundo e cuidadoso. O livro traz um capítulo inicial feito por meio de revisão bibliográfica a respeito das figuras que primeiro despontaram nessa área. Depois, o trabalho segue para o campo, utilizando-se de entrevistas-perfil para extração de informações das fontes e a premissa de biografemas para lidar com as mesmas. A ideia é esboçar a vivência de mulheres no âmbito esportivo – o cenário escolhido (o judô), demonstra como o jornalismo esportivo pode ser mais do que esportes coletivos masculinos. O foco principal, contudo, está na construção identitária dessas mulheres, muito mais do que na relação delas com o esporte. A proposição do trabalho, no final das contas, é a de que histórias femininas mereçam ser contadas seja qual for o contexto.