Alves, Carla Juliana GalvãoSantos, Grazielli Candida Moreira2026-09-152026-09-152025-07-07https://repositorio.uel.br/handle/123456789/19948Este trabalho resulta de uma pesquisa sobre a presença das chinesices nas igrejas setecentistas de Minas Gerais. A metodologia utilizada foi a pesquisa teórica e bibliográfica, e a elaboração de um catálogo de imagens. O primeiro volume apresenta a conjuntura favorecedora do gosto pela cultura oriental, mais especificamente pelas chinesices e sua incorporação pelas estéticas do Barroco e do Rococó na Europa e no Brasil. Põe foco na pintura de charão, também conhecida como pintura acaroada, que imita a laca chinesa; e em seus processos de criação que envolvem imitação, apropriação, criação e invenção, em relação às suas fontes e referências visuais. O segundo volume é catálogo contendo imagens recentes de chinesices presentes nas igrejas de Minas Gerais, disponíveis na internet e outras recentes, feitas no interior das próprias igrejas. Da porcelana delicada aos painéis de charão que tingiram de vermelho e ouro as paredes de igrejas mineiras, ficou claro que o encontro entre referências tão distantes não se deu de forma passiva, mas resultou da capacidade inventiva dos artífices locais de copiar, adaptar e transformar.porChinecisesPintura de charãoBarroco brasileiroRococóArte orientalDo vermelho da China ao ouro de Minas: como as chinesices atravessaram os oceanosFrom the red of China to the gold of Minas: how chinoiseries traversed the oceansTrabalho de Conclusão de GraduaçãoLingüística, Letras e Artes - ArtesLingüística, Letras e Artes - ArtesChinoiseriesChinaMinas GeraisOriental ArtsColonial Brazil