– – – – – – INTRODUÇÃO que é definida como “provisória e excepcional”, com o propósito de reinserção familiar – – ocupacional no qual atua, procurando sempre “conhecer concretamente a realidade icular de trabalho” (Netto, 2009, p. 694). O autor destaca que conhecer Profissional de 1993, “ profissional”.  s publicações estudadas;    adolescentes.  É importante conhecer os processos de trabalhos nos quais as ES, com o tema “Em tempos zação do capital, lutas, resistências e Serviço Social”. O XVII ENPESS – RJ, com o tema “Questão Social, Pandemia e Serviço Social: em defesa da vida e de uma educação emancipadora”. “40 anos da “Virada” do Serviço Social” “Crise do capital e exploração do trabalho em momento pandêmico: repercussões no Brasil e na América Latina”. Importante dizer que e – – – – – O primeiro trabalho tem como título “O Serviço Social no Acolhimento Institucional de Crianças e Adolescentes” e foi publicado no ENPESS de 2018. De acordo com o resumo “[…] apresenta resultados parciais de uma pesquisa sobre o profissionais sobre os serviços.” O segundo trabalho de título “Acolhimento Institucional de Crianças e istentes Sociais”, foi publicado no CBAS de 2022 resumo, “[…] discute o trabalho da(o) assistente social no acolhimento institucional de juvenil.” – – – – – – – – – – – – – – https://www.scielo.br/j/sssoc/ https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/index https://periodicos.ufsc.br/index.php/katalysis/index https://periodicos.ufes.br/argumentum https://periodicos.ufes.br/argumentum https://www.e-publicacoes.uerj.br/revistaempauta https://www.e-publicacoes.uerj.br/revistaempauta https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fass https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fass https://periodicos.unb.br/index.php/SER_Social https://periodicos.unb.br/index.php/SER_Social https://periodicos.ufes.br/temporalis – se do artigo de título “Trabalho social com famílias nos serviços de acolhimento institucional”, das autoras Izabel Herika Gomes Matias Argumentum e, conforme o resumo, “apresenta importantes elementos para a reflexão ocupacional.” – – o título “A trajetória da institucionalização de crianças e adolescentes do Brasil”, onde O quarto capítulo, intitulado “O trabalho de assistentes sociais nos serviços de acolhimento institucional” discorre sobre o trabalho profissional de assistentes sociais 2 A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM SERVIÇO SOCIAL se a “[...] necessidade da atitude investigativa para dar conta de um exercício profissional consistente” (Prates, 2013, p como o “Congresso da Virada”, que expressou o desejo da categoria o Serviço Social “tem formação generalista e demanda ao profissional uma dupla es e complementares”. estabelece como competência do/a assistente social “elaborar, coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos na área social”, o que exige análise crítica da – “desviantes” esteve frequentemente associado ao controle social, à caridade cristã e e religiosa, voltada apenas àqueles considerados “salváveis” dentro da lógica cristã e – a ser vista como um “problema social”. contexto que se populariza a categoria jurídica do “menor”, inicialmente O “menor” não era apenas uma criança em situação de vulnerabilidade, mas corpos e comportamentos considerados “desviantes” ou “perigosos” para a sociedade. a prevenção das “desordens” sociais, como a vadiagem, a delinquência e o abandono. ão, como instituições voltadas à “reeducação” moldar comportamentos e prevenir a “degeneração” social. se tornar uma pessoa “de bem”, produtiva e útil ao progresso da nação. A pobre é vista como um “menor em perigo” ou “em desvio”, e o acolhimento institucional abarcou qualquer menção à infância ou à proteção infantil. O termo “infante”, utilizado delegava à filantropia e à moral pública o cuidado com os “desvalidos”. Assim, mesmo abandonada ou infratora como um “menor” a ser tutelado, corrigido e, se necessário, “adequados”. No entanto, enquanto o Código Civil operava no campo dos direitos civis O termo “menor” surgiu como uma cate A “menoridade”, nesse contexto, não era apenas uma fase etária, mas uma Rizzini, o “menor” era um sujeito genérico e abstrato, construído juridicamente como o “menor” consolidou A criação da categoria “menor” o internamento compulsório de crianças e adolescentes considerados em “situação irregular”, muitas vezes sem o devido processo legal chamados “menores”. Assim, a pobreza era tratada como fator de risco e não como – –1961), com o lema “cinquenta s em cinco”, o país vivenciou um acelerado processo de industrialização e – ao “menor”, mas sua atuação esteve fortemente marcada por uma lógica repressiva, ssas instituições buscavam conter e “reeducar” crianças e adolescentes novo Código de Menores que consolidou a categoria de “menor em situação irregular”. doutrina da “situação irregular”, que, embora já orientasse a prática jurídica desde o definir de forma ampla e subjetiva o que seria uma “situação irregular”, incluindo desde a pobreza e a ausência de assistência familiar até o – Assim, o princípio da “situação irregular” funcionava como instrumento jurídico paradigma da “situação irregular”, dando lugar à construção de uma nova concepção: intituladas “Criança e Constituinte” e “Criança Prioridade Nacional”, que reunidas, – – A crise econômica da década de 1980, conhecida como a “década perdida”, política e civil brasileira, da ‘falência mundial’ do direito e da justiça juvenil deixa de ser considerado um direito ‘menor’, ‘pequeno’, de criança para se tornar um direito ‘maior’, equiparado ao seres passivos, subalternos ou meros ‘objetos’, devendo participar das – – – – “questão social” situando central compreendendo que a família é uma instituição mediadora “[...] das relações o público e o privado, bem como geradora de modalidades comunitárias de vida” ECA/1990, incluído pela Lei nº 12.010/2009, que prevê: “a permanê interesse, devidamente fundamentada pela autoridade judiciária”. guiado pelos princípios contidos nas “Orientações Técnicas: S para Crianças e Adolescentes” (BRASIL, 2009), a saber:           — artigo 23 indique que a “falta ou a carência de recursos materiais não constitui motivo a suspensão do poder familiar”. às expressões da “questão social”, tanto para resp com a “questão social”, tipificadas nas políticas sociais. […] Es a “questão social” da seguinte Assim, as expressões da “questão social” constitu (2010, p. 153), “é expressão direta das relações vigentes na sociedade, relações extremamente desiguais, em que convivem acumulação e miséria”. Tal realidade “estratégias, táticas, instrumentos, técnicas, conhecimentos específicos, contextos organizacionais” (Santos et al. 2012, p. 20). A instrumentalidade não conjunto de instrumentos e técnicas, “[...] refere histórico” (Guerra, o processo “sociometabólico” do sistema e de sua manutenção. Para nas condições de atuação de assistentes sociais, “atingindo o núcleo das atribuições nos diferentes espaços de trabalho” (Raichelis e Arregui, 2021, p. uma “nova morfologia do trabalho", que “trata sociais e demais profissionais, ainda que com diferenciações” (Raichelis, 2020, p. 24). se que “o processo de trabalho”. Nesse contexto, a PAS ganha destaque em tempos de desemprego e das atribuições e competências profissionais no documento intitulado “Projeto ocupacionais e trabalho do assistente social na atualidade”, que integra a obra publicada pelo CFESS “Atribuições privativas do(a) assistente social em questão”, institucionais e normativos da política, “sob o risco de limitar suas atividades à ‘gestão da pobreza’ sob a ótica da individualização das situações sociais e de abordar a questão social a partir de um viés moralizante” (CFESS, 2011a, p. 7). É preciso ir além – destaca Madaleno (2008, p. 10), “os histórica”. Dessa forma, o trabalho do/a assistente social junto às famílias demanda „busca de padrões de eficiência, sofisticação de modelos de análi de 1960 é marcada pela expansão do capitalismo mundial, trazendo “mudanças econômicas, políticas, sociais e culturais”, o que acarreta uma série de “inquietações e insatisfações” na profissão e “direciona seus questionamentos a diferentes níveis: teórico, metodológico, operativo e político”. Nos referimos aqui ao ‐ responsáveis pela “satisfação das necessidades dos indivíduos”; a interferência do Estado ocorre em caso de falha destes dois atores e de forma “transitória”. Então, se que “a incorporação d família” no que tange não somente ao seu provimento, mas também ao suporte afetivo partir da concepção “protetiva”, que é uma das formas de análise para a relação entre – tos “familista” e o “protetivo”. Em termos gerais, o projeto coloca o familismo como “responsável pelo processo de evolução permeado na assistência social”. ca do trabalho socioeducativo, “em uma perspectiva crítica e política”, […] quando perguntei aos profissionais, individualmente, sobre quais – – – adolescentes a “negligência”. De acordo com Berberian (2015), o conceito de latim negligentia e de neglegere, ou seja, “desprezar, desconsiderar”, é um termo que designa falta de cuidado em uma determinada situação, podendo ser entendido como “descuido, desleixo”. A autora aponta que desatenção e traz em si “conteúdos valorativos negativos, reforçando um perfil estereotipado e preconceituoso sobre o outro.” (Berberian, 2015, p. 54) os motivos de acolhimentos são “multifatoriais”, em 2011 e 2020 — “a falta ou a carência de recursos materiais não constitui motivo suficiente para a perda ou suspensão do poder familiar” a pobreza. A alegada “negligência” familiar, por exemplo, pode ser confundida com a – nova reconfiguração deste processo com tipologia de “negligência” como motivo que mais tem sido apresentado para “justificar” a s'”. “nova” forma de classificar a pobreza. É importante reconhecer que, em algumas desdobramentos da “questão social”, frequentemente são processos associados ao termo “negligência” no cotidiano do trabalho profissiona es normativos de conduta como “bom”, “adequado”, “capaz” e “normal”. Tais critérios, ao serem utilizados como referência, templar “o fortalecimento de habilidades, aptidões, capacidades e competências das crianças e adolescentes”, assim como o incremento da apropriação de sua história e da “elaboração de projetos que versem sobre sua trajetória futura”. Tal objetivo é também “potencialidades” dos indivíduos: destituídas de sua família natural, que são consideradas “velhas” para que é necessário “olhar para essas famílias além da realidade aparente”, as autoras apontam para a urgência de uma leitura crítica da realidade, que as transformações no “mundo do trabalho” repercutem no mercado de Assim, as transformações no “mundo do trabalho”, A afirmação da “garantia mínima de direitos” t cotidiano ao legado do assistencialismo. A presença de uma lógica de “favor” e “boa vontade” colocadas pelas autoras, em detrimento da garantia de di – – trabalhadores assalariados, o que outros autores já apontam como “a precarização do decorrentes do trabalho”, ou seja, a precarização do trabalho e da vida (Raichelis, a dificuldade de reconhecer a “prática” como – 5 CONCLUSÃO Dessa forma, é fundamental problematizar o uso do termo “negligência” como . Brasília, 1988.  4. ed. São Paulo: Cortez, 2010.  – 2017.  2014.  adolescentes abrigados:  São Paulo: Paulus, 2008.  717.  176, 2010.  CEPE, 2006.  2004.  – 2007.  no Brasil. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2011.  – medidas socioeducativas. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1999.  – polis: Fundação Boiteux, 2003.  – https://www.scielo.br/j/sssoc/a/N3zY3wKLjYSBFJVvYKRxPmb/?format=pdf&lang=pt https://www.scielo.br/j/sssoc/a/N3zY3wKLjYSBFJVvYKRxPmb/?format=pdf&lang=pt https://periodicos.ufes.br/argumentum/article/view/18427/13194 https://periodicos.ufes.br/argumentum/article/view/18427/13194 https://periodicos.ufes.br/argumentum/article/view/23813/18477 https://periodicos.ufes.br/argumentum/article/view/23813/18477 – https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fass/article/view/39173/26764 https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fass/article/view/39173/26764 https://d.docs.live.net/414f3fd6acb9adae/aline/Downloads/ekeys,+mesa_1657_0002+ok.pdf https://d.docs.live.net/414f3fd6acb9adae/aline/Downloads/ekeys,+mesa_1657_0002+ok.pdf https://periodicos.ufes.br/abepss https://periodicos.ufes.br/abepss https://periodicos.ufes.br/abepss https://periodicos.ufes.br/abepss https://d.docs.live.net/414f3fd6acb9adae/aline/Downloads/ekeys,+A+INSTITUCIONALIZAÇÃO+DE+CRIANÇAS+E+ADOLESCENTES+COMO+MEDIDA+DE+(DES)PROTEÇÃO+CONTRADIÇÕES+HISTÓRICAS+NO+CONTEXTO+BRASILEIR.pdf https://d.docs.live.net/414f3fd6acb9adae/aline/Downloads/ekeys,+A+INSTITUCIONALIZAÇÃO+DE+CRIANÇAS+E+ADOLESCENTES+COMO+MEDIDA+DE+(DES)PROTEÇÃO+CONTRADIÇÕES+HISTÓRICAS+NO+CONTEXTO+BRASILEIR.pdf https://d.docs.live.net/414f3fd6acb9adae/aline/Downloads/ekeys,+A+INSTITUCIONALIZAÇÃO+DE+CRIANÇAS+E+ADOLESCENTES+COMO+MEDIDA+DE+(DES)PROTEÇÃO+CONTRADIÇÕES+HISTÓRICAS+NO+CONTEXTO+BRASILEIR.pdf https://d.docs.live.net/414f3fd6acb9adae/aline/Downloads/ekeys,+A+INSTITUCIONALIZAÇÃO+DE+CRIANÇAS+E+ADOLESCENTES+COMO+MEDIDA+DE+(DES)PROTEÇÃO+CONTRADIÇÕES+HISTÓRICAS+NO+CONTEXTO+BRASILEIR.pdf https://d.docs.live.net/414f3fd6acb9adae/aline/Downloads/ekeys,+A+INSTITUCIONALIZAÇÃO+DE+CRIANÇAS+E+ADOLESCENTES+COMO+MEDIDA+DE+(DES)PROTEÇÃO+CONTRADIÇÕES+HISTÓRICAS+NO+CONTEXTO+BRASILEIR.pdf https://d.docs.live.net/414f3fd6acb9adae/aline/Downloads/ekeys,+DIREITO+À+CONVIVÊNCIA+FAMILIAR+CRIANÇAS+E+ADOLESCENTES+LIMITES+E+DESAFIOS+ENFRENTADOS+FACE+AO+RACISMO+INSTITUCIONAL.pdf https://d.docs.live.net/414f3fd6acb9adae/aline/Downloads/ekeys,+DIREITO+À+CONVIVÊNCIA+FAMILIAR+CRIANÇAS+E+ADOLESCENTES+LIMITES+E+DESAFIOS+ENFRENTADOS+FACE+AO+RACISMO+INSTITUCIONAL.pdf https://d.docs.live.net/414f3fd6acb9adae/aline/Downloads/ekeys,+DIREITO+À+CONVIVÊNCIA+FAMILIAR+CRIANÇAS+E+ADOLESCENTES+LIMITES+E+DESAFIOS+ENFRENTADOS+FACE+AO+RACISMO+INSTITUCIONAL.pdf https://d.docs.live.net/414f3fd6acb9adae/aline/Downloads/ekeys,+DIREITO+À+CONVIVÊNCIA+FAMILIAR+CRIANÇAS+E+ADOLESCENTES+LIMITES+E+DESAFIOS+ENFRENTADOS+FACE+AO+RACISMO+INSTITUCIONAL.pdf https://www.abepss.org.br/enpess-anais/public/arquivos/00138.pdf https://www.abepss.org.br/enpess-anais/public/arquivos/00138.pdf – – https://www.abepss.org.br/enpess-anais/public/arquivos/00806.pdf https://www.abepss.org.br/enpess-anais/public/arquivos/00806.pdf https://www.abepss.org.br/enpess-anais/public/arquivos/00669.pdf https://www.abepss.org.br/enpess-anais/public/arquivos/00669.pdf https://www.abepss.org.br/enpess-anais/public/arquivos/00803.pdf https://www.abepss.org.br/enpess-anais/public/arquivos/00803.pdf https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/1356/1325 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/1356/1325 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/1266/1236 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/1266/1236 – acolhimento “Cuidar para Transformar”. Constatou https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/1729/1689 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/1729/1689 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/108/104 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/108/104 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/606/591 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/606/591 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/793/773 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/793/773 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/1931/1885 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/1931/1885 expressões da “questão social”, tendo a natureza comum da “pobreza” enquanto uma dessas e https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/1069/1046 https://broseguini.bonino.com.br/ojs/index.php/CBAS/article/view/1069/1046 https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000001312.pdf https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000001312.pdf https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000000326.pdf https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000000326.pdf https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000000148.pdf https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000000148.pdf https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000001482.pdf https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000001482.pdf – – https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000000545.pdf https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000000545.pdf https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000001504.pdf https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000001504.pdf https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000000313.pdf https://www.cfess.org.br/cbas2022/uploads/finais/0000000313.pdf